Trinta detidos em operação de combate ao tráfico de droga em Aveiro, Porto e Braga

Durante a operação foram apreendidas 57.255 doses haxixe, 1130 doses de liamba, 690 doses de cocaína, 2650 doses de MDMA (ecstasy), 25 selos LSD, além de diverso material de corte e embalamento.

©GNR

A GNR de Aveiro deteve 30 pessoas no âmbito de uma megaoperação de combate ao tráfico de estupefacientes, tendo apreendido milhares de doses de droga e quase 160 mil euros em dinheiro, informou esta quarta-feira aquela força de segurança.

Em comunicado, a GNR esclareceu que os suspeitos, com idades entre os 21 e 66 anos, foram detidos por tráfico de estupefacientes na terça-feira, nos distritos de Aveiro, Porto e Braga.

No âmbito de uma operação policial denominada “Tarântula”, relacionada com o crime de tráfico de estupefacientes, foi dado cumprimento a 21 mandados de detenção, 38 mandados de busca domiciliária e sete de buscas em viaturas, refere a mesma nota.

A operação, realizada na sequência de uma investigação que decorria há cerca de um ano e meio, incluiu a realização de várias ações policiais nos concelhos de Santa Maria da Feira e Oliveira de Azeméis, no distrito de Aveiro, Vila Nova de Gaia e Porto, no distrito do Porto, e Esposende, no distrito de Braga.

No total, segundo a Guarda, foram detidos 18 homens e três mulheres com mandados fora flagrante delito e oito homens e uma mulher em flagrante delito.

Durante a ação foram apreendidas 57.255 doses haxixe, 1130 doses de liamba, 690 doses de cocaína, 2650 doses de MDMA (ecstasy), 25 selos LSD, além de diverso material de corte e embalamento.

As autoridades apreenderam ainda 16 veículos automóveis, três motociclos e 158.920 euros em dinheiro.

Com esta ação, a GNR acredita ter desarticulado uma rede criminosa, organizada, dedicada ao trafico de estupefacientes na região norte do distrito de Aveiro, Vila Nova de Gaia e Porto.

A operação envolveu a participação de 168 militares da GNR, contando ainda com o apoio e colaboração de 140 elementos da PSP.

Os detidos serão presentes hoje no Tribunal Judicial de Santa Maria da Feira, para a aplicação de medidas de coação.

 

Últimas do País

O Tribunal de Aveiro voltou hoje a condenar um casal que alugou um quarto onde morreram duas pessoas e outra ficou gravemente ferida, por inalação de gases tóxicos, mas agora com penas de prisão efetivas.
O Município de Torres Vedras vai efetuar sondagens geotécnicas para definir as obras a fazer na encosta do castelo, na sequência do aluimento de terras e de várias famílias terem ficado desalojadas devido ao mau tempo.
Uma agência bancária de Santa Maria de Lamas, no concelho de Santa Maria da Feira, foi hoje evacuada devido a uma ameaça de bomba, o que resultou também em cortes de estrada, disse fonte local e a instituição financeira envolvida.
A empresa gerida pela mulher de António José Seguro faturou 27,5 milhões de euros em cinco anos, mas os trabalhadores perderam cerca de 17% do rendimento real por hora.
A GNR deteve hoje quatro homens suspeitos de mais de 100 furtos no Norte e Centro do país, numa operação que envolveu 24 buscas após uma investigação de mais de sete meses, disse à Lusa o tenente-coronel Martins.
A Câmara Municipal de Tábua declarou um prejuízo de mais de 2,8 milhões de euros (ME) relativo aos estragos provocados pelo mau tempo que atingiu o país a partir do fim de janeiro, revelou hoje o seu presidente.
O primeiro dia da grave dos guardas prisionais na cadeia de Vale de Judeus, Alcoentre, teve esta terça-feira uma adesão de 90%, segundo o Sindicato Nacional do Corpo da Guarda Prisional (SNCGP).
A água não faturada representa 27% do total de água que é tratada para consumo: cerca de 190 milhões de metros cúbicos de água boa para consumo perde-se, o equivalente a 8,7 piscinas olímpicas de água por hora.
A PSP apreendeu no ano passado mais de 6.470 quilos (kg) de droga e deteve 2.949 suspeitos por crime de tráfico, a maioria em Lisboa, Porto e Setúbal, informou hoje aquela força de segurança.
Mais de metade dos portugueses tem défice de sono, um problema de saúde pública que tem razões socioeconómicas e que representa um risco de surgimento de doenças metabólicas e cardiovasculares, alertou hoje o especialista Joaquim Moita.