Iberdrola recebe aprovação ambiental para parque eólico em Braga e Vila Real

A Iberdrola recebeu a aprovação ambiental final do Governo para a construção de um parque eólico, nos distritos de Braga e Vila Real, com uma potência de 274 megawatts (MW), foi hoje anunciado.

© D.R.

“A Iberdrola obteve a aprovação ambiental final do Governo português para a construção do maior parque eólico do país. A empresa dá assim mais um passo na expansão em território nacional, impulsionando a transição para um modelo económico baseado na descarbonização através das energias renováveis e na independência face aos combustíveis fósseis”, anunciou, em comunicado, a empresa.

Em causa está o segundo e último parecer ambiental favorável, denominado Decisão de Conformidade Ambiental do Projeto de Execução (DECAPE), para o projeto dos parques eólicos Tâmega Norte e Tâmega Sul.

O parque eólico, construído nos distritos de Braga e Vila Real, terá uma potência de 274 MW, o que equivale a um consumo de 128.000 habitações.

Este parque foi concebido para aproveitar o ponto de injeção na rede elétrica já construído no Sistema Eletroprodutor do Tâmega (SET).

De acordo com a elétrica, o próximo passo consiste na solicitação da licença de produção à Direção-Geral de Energia e Geologia (DGEG).

“A incorporação de energia eólica no sistema eletroprodutor do Tâmega aumenta a sua contribuição de energia limpa, acessível e competitiva para o sistema elétrico, garantido o fornecimento da quantidade máxima de energia verde autorizada, originalmente, para cada projeto, durante o maior tempo possível”, apontou.

A empresa espera começar a obra em 2025.

O SET conta com um investimento total de mais de 1.500 milhões de euros e é composto pela Central Hidroelétrica do Alto Tâmega, pela Central de Armazenamento por Bombagem de Gouvães e pela Central de Daivões.

Iberdrola apresentou um lucro de 2.760 milhões de euros no primeiro trimestre deste ano, mais 86% do que em idêntico período do ano anterior.

Últimas de Economia

O cabaz de bens essenciais encareceu 37,8% e custa agora mais 69,56 euros desde o início da guerra na Ucrânia. Fevereiro trouxe novo máximo histórico: 253,19 euros por 63 produtos básicos, segundo a DECO PROteste.
Os empréstimos para habitação cresceram 10,4% em janeiro, em termos anuais, a maior taxa de crescimento anual desde fevereiro de 2006, segundo dados divulgados hoje pelo Banco de Portugal (BdP).
O líder do CHEGA defendeu, esta quarta-feira, uma isenção prolongada de IMI para as casas e empresas localizadas nos municípios afetados pelas intempéries e indicou que o Governo "admitiu a possibilidade" de estudar esta medida, desde que com critérios.
A EDP, grupo que integra a E-Redes, responsável pela operação da rede de distribuição em Portugal continental, já restabeleceu a energia a 100% dos clientes afetados pelas tempestades, anunciou hoje o presidente executivo.
O indicador de confiança dos consumidores inverteu a tendência e diminuiu em fevereiro, enquanto o indicador de clima económico aumentou ligeiramente, após ter caído em janeiro, segundo os inquéritos de conjuntura divulgados hoje pelo Instituto Nacional de Estatística (INE).
Cerca de 28 mil famílias economicamente vulneráveis que ficaram sem vales do programa Vale Eficiência, lançado para combater a pobreza energética, só poderão voltar a candidatar-se a um novo apoio com características semelhantes em 2027.
O valor mediano de avaliação bancária na habitação foi de 2.105 euros por metro quadrado em janeiro, um novo máximo histórico e mais 18,7% do que período homólogo 2025, divulgou esta quarta-feira o Instituto Nacional de Estatística.
As vendas de créditos passam a ser obrigatoriamente comunicadas pelos bancos ao Banco de Portugal a partir desta quarta-feira, segundo a instrução do supervisor e regulador bancário.
bolsa de Lisboa negocia hoje em alta, com o PSI num novo máximo desde junho de 2008 e as ações da Navigator a subirem 1,42% e as do BCP a descerem 1,54%.
O preço de meia dúzia de ovos agravou-se 0,50 euros desde fevereiro do ano passado, mas manteve-se em 2026, segundo dados da Deco – Associação Portuguesa para a Defesa do Consumidor enviados à Lusa.