GNR detém 444 pessoas em operações de combate à criminalidade e sinistros na estrada

A GNR deteve, na última semana, 444 pessoas, detetou 6.268 infrações e apreendeu várias doses de droga em operações de combate à criminalidade e aos sinistros na estrada, foi hoje anunciado.

© GNR

 

Entre 21 e 27 de junho, para além da sua atividade diária, a Guarda Nacional Republicana (GNR) levou a cabo um conjunto de operações de prevenção e combate à criminalidade e à sinistralidade rodoviária, anunciou hoje, em comunicado.

Na sequência destas operações contabilizaram-se “444 detidos em flagrante delito”, entre os quais 220 por condução sob o efeito do álcool, 85 por condução sem carta, 24 por tráfico de estupefacientes, 22 por furto e roubo, 17 por violência doméstica, 13 por posse ilegal de armas e arma proibida e dois por incêndio florestal.

Detetaram-se ainda 6.268 infrações no trânsito, das quais 1.187 por excesso de velocidade.

Somam-se 767 por falta de inspeção periódica obrigatória, 605 por condução com taxa de álcool superior ao permitido, 284 relacionadas com anomalias nos sistemas de iluminação e sinalização, 243 relacionadas com tacógrafos, 222 por falta do seguro de responsabilidade civil, 218 por falta ou incorreta utilização do cinto de segurança e/ou do sistema de retenção para crianças e 205 devido ao uso indevido do telemóvel durante a condução.

Segundo a mesma nota, foram também apreendidas 4.341,52 doses de haxixe, 2.861,53 de liamba, 1.272,9 de MDMA, 880,85 doses de cocaína, 761,8 doses de heroína, 450 doses de óleo de canábis e 20 comprimidos de MDMA.

A GNR apreendeu igualmente 25 armas de fogo, 29 armas brancas ou proibidas, 28 viaturas e 151 munições.

Últimas do País

Um guarda prisional, de cerca de 40 anos, foi agredido por um visitante no interior do Estabelecimento Prisional de Lisboa, depois de lhe ter ordenado que abandonasse as instalações. O suspeito encontrava-se acompanhado por uma criança e terá desobedecido às indicações do funcionário.
Um jovem de 15 anos, com necessidades educativas especiais, continua sem aulas devido à falta de uma resposta escolar adequada. Depois de várias tentativas para resolver a situação, a mãe decidiu apresentar queixa, levando às autoridades policiais um problema que coloca em causa o acesso do filho à educação.
Uma mulher de 30 anos foi encontrada morta, com ferimentos provocados por arma de fogo, no interior de uma viatura estacionada na berma da Estrada Nacional 360, nas Caldas da Rainha. Ao seu lado estava um homem de 25 anos, apontado como seu namorado, que foi encontrado inconsciente.
O Parlamento pediu os contratos contestados pela entidade reguladora da profissão, mas recebeu uma minuta já alterada. A SÁBADO revela que existiam três contratos assinados com as cláusulas consideradas ilegais.
Ricardo Carrilho acusa Luís Neves de o ter afastado para proteger interesses instalados na SIRESP. Em declarações à Renascença, denuncia contratações suspeitas, negócios com escritórios de advogados e contratos com operadores privados que não cumpririam as suas obrigações.
A proteção de vítimas de violência levanta uma nova controvérsia: o acesso à licença parental remunerada a 100% poderá depender da saída da residência. A condição, noticiada pelo Jornal de Notícias, coloca em discussão a relação entre os apoios sociais e a segurança de quem enfrenta situações de violência.
As autoridades já apreenderam mais de 42 toneladas de cocaína desde o início do ano, um volume que evidencia a dimensão das operações de combate ao tráfico de droga. Os números colocam novamente em destaque a atividade das redes internacionais de narcotráfico e a importância da fiscalização das rotas de circulação de estupefacientes.
André Ventura acusa Luís Neves de “prepotência e incapacidade de lidar com a verdade” e coloca a responsabilidade pela resolução do caso nas mãos de Luís Montenegro. O presidente do CHEGA alerta que, enquanto o primeiro-ministro não intervier, “a infeção deste Governo será cada vez maior”.
Três trabalhadores morreram hoje num acidente laboral num reservatório de água de uma habitação na Quinta do Lago, no concelho de Loulé, distrito de Faro, disseram à Lusa fontes da GNR e da Proteção Civil.
Cerca de 150 dirigentes associativos do setor agroflorestal concentraram-se esta segunda-feira junto à Assembleia da República, em Lisboa, para exigir ao Governo 140 milhões de euros em apoios que permitam enfrentar o aumento dos custos de produção e recuperar a competitividade face a Espanha. A resposta do ministro da Agricultura aponta para 2027, ano em que estarão disponíveis mais de 162 milhões de euros para apoiar o setor.