Centenas de professores de todo o país concentrados no Rossio em Lisboa

Centenas de docentes e educadores estão concentrados no Rossio, em Lisboa, onde continuam a chegar pessoas para participar na manifestação que assinala o Dia Mundial dos Professores e que servirá também para recordar algumas reivindicações da classe.

©D.R.

 

A concentração estava marcada para as 14:30, mas às 15:00 continuavam a chegar professores de todo o país que vão desfilar até ao Largo de Camões, para recordar o Governo que ainda há “muito para fazer na carreira docente”, contou à Lusa Teresa Fonseca, uma docente, que saiu de manhã cedo do Porto para participar na iniciativa.

Muitos dos presentes envergam t-shirts pretas dizendo “Professores em Luta” e cartazes verdes pedindo a “valorização” da profissão através de uma “carreira atrativa”, “horários adequados”, “concursos por graduação” e “apoios para todos”.

Uma redução da idade da reforma, que os professores resumem em “aposentação justa”, e uma gestão democrática das escolas são outras das reivindicações que voltaram a mobilizar milhares de doentes no Dia Mundial do Professor.

A Federação Nacional dos Professores (Fenprof), estrutura sindical afeta à CGTP e que promoveu a iniciativa, pretende que hoje seja um dia de celebração, mas também de recordar as posições e propostas dos docentes para os processos negociais que se preveem, nomeadamente o debate e votação do Orçamento do Estado para 2025 (OE2025).

A cerca de uma semana da apresentação da proposta de lei do governo para o OE2025 e a duas semanas do arranque do processo de revisão do Estatuto da Carreira Docente, os profesores voltam hoje a lembrar as suas reivindicações.

Últimas do País

Ficha de avaliação identifica expressamente «PARTIDÁRIOS» como motivo para a não seleção de um candidato que, segundo a denúncia, é militante do CHEGA.
Três trabalhadores de assistência em terra do Aeroporto Humberto Delgado integravam alegadamente uma rede internacional de tráfico de droga que utilizava Lisboa como porta de entrada de cocaína na Europa. A Polícia Judiciária intercetou 117 quilos de droga provenientes do Brasil e deteve quatro suspeitos, todos colocados em prisão preventiva.
Um homem de 49 anos e uma mulher de 40 foram detidos pela Polícia Judiciária, suspeitos de manterem uma mulher em cativeiro durante mais de 20 horas, sujeitando-a a agressões, violência sexual e ameaças com uma arma de fogo. O casal acreditava que a vítima tinha denunciado uma situação que levou à institucionalização dos seus dois filhos, ambos menores de quatro anos.
Um jovem de 19 anos, sem carta de condução, perdeu o controlo do automóvel e embateu violentamente contra um poste de iluminação junto à Segurança Social de Santarém. O impacto arrancou o motor da viatura.
O Ministério Público investiga Liliana Fonseca por suspeitas de burla e falsificação de documentos. A mulher alegava ter contactos na Câmara de Lisboa capazes de garantir casas com rendas acessíveis, mediante pagamentos de milhares de euros. Algumas vítimas entregaram as poupanças de uma vida, mas continuam sem casa e sem conseguir recuperar o dinheiro.
A percentagem de alunos estrangeiros no Ensino Secundário em Portugal passou de 8% para 23,8% entre os anos letivos de 2021/2022 e 2023/2024. Os dados revelam também diferenças nas taxas de conclusão: 79% dos alunos portugueses terminam os cursos em três anos, contra 54% dos brasileiros e 44% dos cabo-verdianos.
Dois homens, residentes em Vila Nova de Gaia, foram detidos por furto, extorsão, falsificação de documentos e fraude fiscal durante uma investigação por tráfico e viciação de automóveis, indicou a Polícia Judiciária (PJ).
A PSP deteve na terça-feira dois homens, de 24 e 27 anos, na freguesia de Campo de Ourique, em Lisboa, por tráfico de estupefacientes, apreendendo mais de 23 quilos de heroína e um quilo de cocaína, além de munições.
Um homem de 68 anos foi detido pela GNR por suspeita de incêndio florestal em Alter do Chão, no distrito de Portalegre, após ter utilizado o fogo para realizar uma queimada extensiva que se descontrolou.
Rui Armindo Freitas é acionista da Media Capital, dona da TVI e da CNN Portugal, e admite também ter ações na empresa proprietária do ECO. O governante integra o ministério responsável pela tutela da comunicação social.