Linha do Douro suspensa entre Régua e Pocinho devido a descarrilamento

A circulação ferroviária está suspensa entre o Peso da Régua e o Pocinho, na Linha do Douro, devido ao descarrilamento de um ‘boggie’, um dos rodados do comboio, disse fonte da Infraestruturas de Portugal (IP).

©D.R.

 

O descarrilamento aconteceu pelas 08:30 e devido ao embate numa pedra que se encontrava na linha ferroviária e, segundo a empresa, neste momento não há previsões para retomar a circulação neste troço.

O ‘boggie’ é o conjunto de rodados sobre os quais assenta a carruagem.

Segundo a fonte da IP, o incidente aconteceu ao quilómetro 114 da Linha do Douro, entre as estações de Covelinhas e do Pinhão, no distrito de Vila Real, havendo registo apenas de danos materiais.

A CP informa, nas redes sociais, que devido à suspensão da circulação entre a Régua e o Pocinho vai ser suprimido o Comboio Histórico do Douro e que os clientes que tenham adquirido bilhete podem solicitar o reembolso.

Devido à previsão de chuva forte e persistente, os distritos de Vila Real, Porto, Viseu e Aveiro estão desde as 06:00 com aviso laranja, que deverá vigorar até às 12:00 no caso do Porto, até às 15:00 em Vila Real e até às 18:00 em Aveiro e Viseu, ao passo que o distrito de Coimbra ficará sob aviso laranja entre as 12:00 e as 18:00.

Últimas do País

Portugal registou a segunda maior subida homóloga dos preços das casas, 17,7%, no terceiro trimestre de 2025, com a média da zona euro nos 5,1% e a da União Europeia (UE) nos 5,5%, divulga hoje o Eurostat.
O coordenador da Comissão de Trabalhadores (CT) do INEM alertou hoje que muitos profissionais já atingiram 60% do limite mensal de horas extraordinárias em Lisboa, impossibilitando a abertura de mais meios de emergência e revelando fragilidades na capacidade operacional.
O coordenador da Comissão de Trabalhadores do INEM, Rui Gonçalves, denunciou hoje um "forte desinvestimento" no Instituto nos últimos anos e lamentou a existência de "dirigentes fracos", defendendo uma refundação que garanta a resposta em emergência médica.
A Inspeção-Geral das Atividades em Saúde (IGAS) abriu hoje dois inquéritos para apurar as circunstâncias que envolveram as mortes de uma mulher em Sesimbra e de um homem em Tavira enquanto esperavam por socorro.
Portugal regista desde o início de dezembro um excesso de mortalidade de cerca de 22% associado ao frio e à epidemia de gripe, com aumento proporcional das mortes por doenças respiratórias, segundo uma análise preliminar da Direção-Geral da Saúde (DGS).
A enfermeira diretora da ULS Amadora-Sintra demitiu-se do cargo, alegando não existirem condições para continuar a exercer funções, anunciou hoje a instituição.
O INEM e a Liga dos Bombeiros Portugueses acordaram hoje um reforço de meios permanentes ao serviço da emergência médica, ainda não quantificado, mas que inicialmente se vai focar em responder a constrangimentos na margem sul de Lisboa.
Do Seixal a Sesimbra e a Tavira, o padrão repete-se: três pessoas morreram em diferentes pontos do país após esperas prolongadas por assistência médica, num retrato da rutura do socorro.
O Instituto Nacional de Emergência Médica (INEM) abriu uma auditoria interna aos procedimentos associados ao caso da mulher que morreu na Quinta do Conde, Sesimbra, depois de esperar mais de 40 minutos por socorro.
O Tribunal Judicial de Leiria começa a julgar no dia 23 um professor acusado de dois crimes de maus-tratos em concurso aparente com dois crimes de ofensa à integridade física qualificada.