Preventiva para “principal arguido” de rede de tráfico de droga em São Miguel

Um homem, com antecedentes criminais, ficou em prisão preventiva por ser "o principal arguido" de uma rede de tráfico de droga, composta por 11 pessoas, em São Miguel, Açores, revelou hoje a PSP.

© D.R.

Em comunicado, o Comando Regional da Polícia de Segurança Pública (PSP) dos Açores refere que a operação de combate ao tráfico de droga ocorreu na segunda-feira, na vila de Água de Pau, no concelho de Lagoa, na ilha de São Miguel, após uma investigação que foi realizada ao longo dos últimos 18 meses.

De acordo com a PSP, em causa está uma alegada rede de tráfico de droga sintética, presumivelmente liderada por “um casal, de ambos os sexos, de 26 e de 36 anos”.

Os restantes elementos da rede, muitos deles com antecedentes criminais, estão “fortemente indiciadas de receber e vender droga do casal”, indica a PSP, acrescentando que a rede operava em várias freguesias do concelho de Lagoa, mas com “indícios de expansão para os concelhos de Vila Franca do Campo e de Ponta Delgada”, em São Miguel.

A operação policial realizada na segunda-feira contou com “mais de 40 polícias de várias áreas policiais”, nomeadamente de Investigação Criminal, Grupo Operacional Cinotécnico, Equipas de Intervenção Rápida e de patrulha, tendo sido intercetados e detidos em flagrante delito três suspeitos.

A PSP informa também que foram apreendidas 680 doses de droga sintética, várias centenas de euros, munições de diversos calibres, dois veículos automóveis, vários objetos de luxo e outros bens correlacionados com o tráfico de droga, estando os bens avaliados em “mais de 12.500 euros”.

Após primeiro interrogatório judicial, o principal arguido, “com antecedentes criminais e reincidente neste crime”, ficou com a medida de coação mais gravosa, a prisão preventiva.

Ainda de acordo com a PSP, aos outros dois arguidos detidos, “foi-lhes aplicada a medida de Termo de Identidade e Residência, apresentações periódicas e proibição de contactos com consumidores de drogas”.

Últimas do País

A GNR deteve uma mulher de 77 anos no concelho de Pinhel por incêndio florestal originado numa queima de vegetação que se descontrolou e consumiu 0,2 hectares de pasto e mato.
Uma operação de fiscalização terminou com a apreensão de 35 armadilhas de pesca que não cumpriam as exigências legais. A Polícia Marítima detetou ainda uma embarcação de recreio em presumível infração.
A CP - Comboios de Portugal alerta para a ocorrência de perturbações na circulação dos comboios entre quinta-feira e sábado devido à greve dos revisores e dos trabalhadores de bilheteiras. A greve, convocada pelo sindicato SFRCI, pode afetar serviços como Alfa Pendular, Intercidades e Regional.
A Polícia de Segurança Pública (PSP) deixou uma mensagem sobre o papel das forças de segurança durante manifestações, sublinhando a importância do diálogo e do respeito pelo direito à reunião e à manifestação.
Uma megaoperação da Polícia Judiciária desmantelou uma alegada rede criminosa transnacional suspeita de lesar o Estado português em mais de 150 milhões de euros. O esquema envolvia empresas de fachada em vários países europeus, incluindo estabelecimentos em Arruda dos Vinhos, Vila Franca de Xira e Torres Novas. Foram detidos 39 suspeitos, portugueses e estrangeiros.
Uma mulher foi atacada com uma arma branca numa paragem de autocarro, em plena Avenida Fernão de Magalhães, em Coimbra. A agressora, de 40 anos, foi intercetada por familiares da vítima e entregue à PSP. Desentendimentos pessoais poderão estar na origem do ataque.
O presidente do CHEGA questionou a ausência de uma posição pública do primeiro-ministro perante os confrontos nas manifestações pela habitação. No debate na generalidade do Orçamento do Estado para 2027, André Ventura responsabilizou ainda PS e PSD pelo agravamento da crise habitacional.
Um dos arguidos de um processo de tráfico de droga admitiu, esta terça-feira, no Tribunal de Beja, ter transportado quase 800 quilos de haxixe a bordo de um veleiro. A confissão levou o seu advogado a renunciar à defesa e obrigou a uma nova suspensão do julgamento.
Portugal foi o quinto país da União Europeia com a maior taxa de mortalidade rodoviária em 2025, com 51 mortes por milhão de habitantes, apesar de se registar uma diminuição de 6% face ao ano anterior.
O presidente do CHEGA criticou a falta de uma posição clara do Presidente da República sobre os confrontos na manifestação pela habitação. André Ventura acusa António José Seguro de não defender a atuação da polícia.