Esquadra da PSP que Marcelo visitou no bairro do Zambujal não existe

O Folha Nacional apurou que não existem quaisquer registos da visita de Marcelo Rebelo de Sousa à suposta esquadra da PSP, no Bairro do Zambujal, na Amadora.

© Folha Nacional

A comunicação social começou por escrever que o Presidente da República esteve, no sábado passado, “no Bairro do Zambujal, na Amadora, onde visitou a esquadra da PSP e conversou com familiares de Odair Moniz”, homem que foi atingido por um polícia a 21 de outubro, no Bairro da Cova da Moura.

Contudo, o Folha Nacional apurou de que não existe esquadra da PSP no Bairro do Zambujal, na Amadora, bem como não existem quaisquer registos que possam comprovar essa mesma visita.

De acordo com a RTP, a visita à suposta esquadra da PSP, no Bairro do Zambujal, “não constava da agenda do chefe de Estado transmitida à comunicação social, sendo posteriormente divulgada em nota na página da Presidência da República”.

“Tal como tinha anunciado, o Presidente da República iniciou hoje visitas informais na zona da Grande Lisboa, tendo estado na Amadora, juntamente com o presidente da Câmara Municipal, no Bairro do Zambujal, onde visitou a esquadra da PSP e conversou com diversos moradores daquele Bairro, incluindo familiares de Odair Moniz. Também jantou na Amadora, onde visitou o quartel dos Bombeiros”, pode-se ler no sítio oficial.

Nesse mesmo dia, avança ainda a RTP, Marcelo Rebelo de Sousa jantou também na Amadora, “onde visitou o quartel dos bombeiros”, de acordo com a Presidência da República.

Depois da visita ao Bairro do Zambujal, o Presidente da República, acompanhado pelo Presidente da Câmara da Amadora, jantou na Damaia e visitou o Bairro da Cova da Moura, onde contactou com vários moradores.

Últimas do País

A Polícia Judiciária (PJ) deteve hoje 12 homens no Norte do país por associação criminosa, branqueamento e burla qualificada por meio informático, pondo cobro à atividade de uma organização criminosa, que fez circular 17 milhões de euros.
O partido liderado por André Ventura foi o único a votar contra o diploma, considerando que o novo Estatuto do Apátrida alarga o acesso à residência, ao SNS, à educação e a outros apoios públicos sem reforçar os mecanismos de fiscalização nem proteger os interesses dos portugueses.
A serra do Marão é vigiada desde hoje por patrulhas da GNR a cavalo para sensibilizar as populações e visitantes, dissuadir comportamentos de risco e reforçar a prevenção neste período de maior risco de incêndio rural.
Portugal tem atualmente cerca de 1,6 milhões de residentes estrangeiros, o equivalente a 14% da população, segundo os dados revistos do Instituto Nacional de Estatística (INE). Nunca o país teve um peso tão elevado de população estrangeira, entrando agora no grupo dos Estados-membros da União Europeia com maior percentagem de residentes de nacionalidade estrangeira.
A Polícia Judiciária (PJ) deteve hoje uma médica de Benavente, no distrito de Santarém, suspeita de ter recebido verbas indevidas para viabilizar reformas por invalidez, confirmou à Lusa fonte da força policial.
O Tribunal da Relação do Porto (TRP) manteve a condenação de uma falsa vidente de Santo Tirso que burlou uma mulher em mais de 175 mil euros, mas reduziu a pena de cinco para quatro anos e meio de prisão efetiva.
Caixotes do lixo e outros equipamentos públicos foram vandalizados nas últimas semanas com mensagens relativas ao grupo anarquista e de extrema-esquerda 'ANTIFA'. Onda de vandalismo reacende debate sobre proposta do CHEGA para classificar o movimento como organização terrorista.
O presidente do CHEGA defendeu hoje que o Estado português não deve pagar qualquer indemnização a José Sócrates, mesmo que a tal seja condenado em última instância, assegurando que se for primeiro-ministro não o fará.
O tempo quente que afeta Portugal dará origem a uma onda de calor que se prolongará por oito a 10 dias e atingirá praticamente todo o país, estimou hoje o Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA).
O Tribunal de Leiria condenou hoje quatro arguidos a penas de prisão que variam entre os quatro e os nove anos, por furtos, sobretudo em cemitérios, num processo em que outros quatro arguidos receberam penas suspensas.