Esquadra da PSP que Marcelo visitou no bairro do Zambujal não existe

O Folha Nacional apurou que não existem quaisquer registos da visita de Marcelo Rebelo de Sousa à suposta esquadra da PSP, no Bairro do Zambujal, na Amadora.

© Folha Nacional

A comunicação social começou por escrever que o Presidente da República esteve, no sábado passado, “no Bairro do Zambujal, na Amadora, onde visitou a esquadra da PSP e conversou com familiares de Odair Moniz”, homem que foi atingido por um polícia a 21 de outubro, no Bairro da Cova da Moura.

Contudo, o Folha Nacional apurou de que não existe esquadra da PSP no Bairro do Zambujal, na Amadora, bem como não existem quaisquer registos que possam comprovar essa mesma visita.

De acordo com a RTP, a visita à suposta esquadra da PSP, no Bairro do Zambujal, “não constava da agenda do chefe de Estado transmitida à comunicação social, sendo posteriormente divulgada em nota na página da Presidência da República”.

“Tal como tinha anunciado, o Presidente da República iniciou hoje visitas informais na zona da Grande Lisboa, tendo estado na Amadora, juntamente com o presidente da Câmara Municipal, no Bairro do Zambujal, onde visitou a esquadra da PSP e conversou com diversos moradores daquele Bairro, incluindo familiares de Odair Moniz. Também jantou na Amadora, onde visitou o quartel dos Bombeiros”, pode-se ler no sítio oficial.

Nesse mesmo dia, avança ainda a RTP, Marcelo Rebelo de Sousa jantou também na Amadora, “onde visitou o quartel dos bombeiros”, de acordo com a Presidência da República.

Depois da visita ao Bairro do Zambujal, o Presidente da República, acompanhado pelo Presidente da Câmara da Amadora, jantou na Damaia e visitou o Bairro da Cova da Moura, onde contactou com vários moradores.

Últimas do País

O Sindicato dos Técnicos de Emergência Pré-Hospitalar (STEPH) alertou que mais de 60 ambulâncias do INEM estão em oficinas sem ordem de reparação, suspeitando que o instituto pretende substituí-las por viaturas ligeiras.
Portugal registou 2.767 acidentes rodoviários e 13 vítimas mortais entre 13 e 19 de outubro, mais oito mortes do que no mesmo período de 2025. Durante a campanha 'Viaje sem Pressa', a GNR e a PSP fiscalizaram mais de 5,4 milhões de veículos e detetaram 12.994 infrações por excesso de velocidade.
O Ministério Público (MP) acusou 11 pessoas e 15 sociedades dos crimes de associação criminosa, fraude fiscal, burla tributária e branqueamento, através da venda de veículos, componentes automóveis e deduções indevidas de IVA, segundo publicação hoje consultada pela Lusa.
O património imobiliário do PCP está avaliado em cerca de 14,5 milhões de euros, segundo dados divulgados, que identificam mais de 300 prédios associados ao partido. Entre compras, vendas e permutas, destaca-se um negócio em Aveiro que envolve um imóvel adquirido por 350 mil euros e uma permuta por cinco frações avaliadas em 800 mil euros, operação que foi alvo de investigação do Ministério Público.
A Associação Portuguesa de Apoio à Vítima (APAV) apoiou 100 vítimas de 'bullying' em 2025, a maioria raparigas entre os 11 e os 14 anos, segundo dados divulgados hoje, Dia Mundial do Combate ao Bullying.
Um casal suspeito de burlar idosos em Silves através da simulação de acidentes de viação, exigindo dinheiro para reparar danos nos veículos, foi detido na segunda-feira pela GNR. Os suspeitos, ambos com 45 anos, convenciam as vítimas de que tinham provocado estragos nas viaturas e pressionavam-nas a pagar de imediato, evitando a comunicação do caso às autoridades ou às seguradoras.
As autoridades policiais apreenderam desde 01 de janeiro deste ano 42 toneladas de cocaína, mais 17 do que em todo o ano de 2025, revelou hoje o diretor nacional da Polícia Judiciária (PJ).
A Polícia de Segurança Pública (PSP) deteve hoje 55 manifestantes que resistiram quando a força de segurança retirou as tendas da Acampada de Lisboa que se encontrava na Praça D. Pedro IV (Rossio).
Um esquema de tráfico internacional que utilizava filtros de água para esconder cocaína proveniente de um cartel colombiano terminou com condenações em tribunal. Segundo avança o Jornal de Notícias, os equipamentos eram utilizados para dissimular a droga e facilitar a sua importação.
O Serviço Nacional de Saúde não dispõe de um mecanismo de atualização regular dos preços pagos aos privados pelos meios complementares de diagnóstico e terapêutica (MCDT) convencionados e sete áreas estão sem alteração dos valores desde 2014.