Albuquerque garante ir a votos contra a oposição interna no PSD Madeira

O presidente dos sociais-democratas da Madeira não vai recuar perante “eleições”, sejam internas ou regionais. O aviso foi feito por Miguel Albuquerque, ao Diário de Notícias (DN), que alertou ainda para o facto de que “quem quiser a liderança do PSD-Madeira terá de a disputar”.

© Facebook/Miguel Albuquerque

A verdade é que a “silenciosa” oposição interna está a tentar marcar um Congresso Extraordinário para destituir o líder do partido e do Governo Regional. Mas o “problema” da sucessão, para além de uma “disputa interna” contra o atual líder, está na escolha do nome, ou dos nomes, garantem ao DN dirigentes do PSD-M.

Em cima da mesa têm surgido vários nomes, porém “poucos com reais hipóteses” e há uma dúvida que começa a desvanecer-se: são nomes para “queimar” na praça pública, para “entreter,” ou “há vontade própria?”

Em primeiro lugar, surge Pedro Calado como um “nome de futuro” mais “próximo” para suceder a Albuquerque, mas as suspeitas de um alegado “pacto corruptivo” afastaram-no da Câmara do Funchal e do lugar de presidente do Governo Regional.

Segue-se Pedro Fino, secretário Regional do Equipamento e Infraestruturas, como “potencial candidato”, mas é arguido por “suspeitas de criminalidade económica e financeira” e, por isso, está “fora da corrida”.

Depois, o secretário Regional das Finanças, Rogério Gouveia, mas que pelas mesmas razões é também arguido e “já não conta para estas contas”.

De acordo com os dirigentes, quem aparenta reunir maior “consenso” é Manuel António Correia, antigo secretário Regional de Alberto João Jardim, que quer “mudar generais” para “manter o Exército” e travar o “pântano político”, cita o DN.

Últimas de Política Nacional

O requerimento do CHEGA para ouvir presencialmente o coordenador operacional do INEM no Norte, Miguel Ângelo Santos, foi chumbado na Comissão Parlamentar de Inquérito ao INEM com votos contra de PS e PSD.
Após um confronto com a vice-presidente do Parlamento, Teresa Morais, o líder do CHEGA, André Ventura, decidiu abandonar o hemiciclo, acompanhado por toda a bancada do partido.
O presidente do CHEGA, André Ventura, defendeu no Parlamento que o debate sobre racismo em Portugal está marcado por critérios diferentes consoante os casos, alertando para o que considera ser uma aplicação seletiva do conceito na sociedade, no desporto e no sistema político.
A audição na comissão de inquérito ao INEM expôs fragilidades nos sistemas informáticos da emergência médica. Confrontada pelo deputado do CHEGA, Pedro Frazão, a antiga responsável dos Serviços Partilhados do Ministério da Saúde (SPMS) reconheceu que os sistemas são antigos e que poderia ter havido maior intervenção.
O Ministério Público decidiu arquivar o processo que levou ao levantamento da imunidade parlamentar do deputado do CHEGA João Ribeiro. A decisão concluiu que não existem indícios que justifiquem a continuação da investigação.
O presidente do CHEGA, André Ventura, questionou o Governo sobre a resposta do Estado a portugueses que se encontram em zonas de conflito, defendendo que o Executivo deve garantir proteção e eventual repatriamento dos cidadãos nacionais em territórios afetados pela guerra.
O grupo parlamentar do CHEGA questionou a ministra da Saúde, Ana Paula Martins, sobre o encerramento das urgências de obstetrícia dos hospitais do Barreiro e de Vila Franca de Xira, através de uma pergunta parlamentar entregue na Assembleia da República.
O primeiro-ministro regressa esta quarta-feira ao Parlamento para um debate quinzenal que será aberto pelo PS e deverá ficar marcado pelo conflito com o Irão e as condições de utilização pelos EUA da Base das Lajes.
De acordo com os números mais recentes, a conta oficial do partido liderado por André Ventura soma mais de 91.500 seguidores, superando os cerca de 90.900 da IL. Logo atrás surgem o PSD, com 70.400 seguidores, e o PS, com 62.900.
O líder do CHEGA defende a reposição do mecanismo de desconto fiscal sobre os combustíveis, criado em 2022 para mitigar o impacto da guerra na Ucrânia. André Ventura acusa as petrolíferas de acumularem lucros em períodos de instabilidade internacional e pede medidas imediatas para aliviar o preço.