Banco alimentar inicia hoje nova campanha de recolha nos supermercados

Os Bancos Alimentares Contra a Fome promovem hoje mais uma campanha de recolha de alimentos, que termina no domingo e envolve mais de 2.000 hipermercados e supermercados e 40.000 voluntários.

©D.R.

O lema da campanha é “Para mais de 380 mil portugueses, o melhor presente é a sua ajuda”, numa referência à quantidade de pessoas apoiadas com alimentos no ano passado através de 2.400 instituições de solidariedade social.

Voluntários disponibilizam nas lojas envolvidas sacos do Banco Alimentar a quem quiser ajudar quem mais precisa, pedindo as associações que sejam dados “bens alimentares não perecíveis”, como leite, conservas, azeite, açúcar, farinha e massas.

Além da recolha de alimentos, decorre também a campanha Ajuda Vale em supermercados e no site www.alimentestaideia.pt, que permite apoiar a causa a partir de casa ou mesmo estando fora do país.

“É importante não nos esquecermos de que há, infelizmente, pessoas que precisam de ajuda para comer, principalmente numa altura como o Natal, em que a mesa da consoada faz parte de uma ideia de felicidade que gostamos de ver concretizada”, disse a presidente da Federação Portuguesa dos Bancos Alimentares Contra a Fome, Isabel Jonet, citada num comunicado sobre a campanha.

Em 2023, foram recolhidas 25.759 toneladas de comida, um número elevado, mas ainda assim insuficiente para ajudar todos os que precisam.

Os 21 Bancos Alimentares em atividade em Portugal “distribuíram 24.262 toneladas de alimentos (com o valor estimado de 39,4 milhões de euros), num movimento médio de 97 toneladas por dia útil”, sob a forma de cabazes ou refeições feitas, segundo dados das associações.

Últimas do País

Duas mulheres, de 51 e cerca de 75 anos, morreram hoje no apesar de um automóvel ocorrido no IC1, junto à Aldeia de Palheiros, no concelho de Ourique, distrito de Beja, divulgaram os bombeiros e a Proteção Civil.
Em 2025 houve quase 3.500 pedidos de apoio em Portugal para crianças e jovens principalmente relacionados com elevado sofrimento psicológico, solidão, ideação suicida, pressão na escola com as notas, angustias na escolha da área profissional e ‘bulling’.
A urgência regional de ginecologia e obstetrícia que vai funcionar no Hospital de Loures, abre portas às 09h00 de segunda-feira, sendo a primeira criada no âmbito do novo modelo para responder à falta de profissionais de saúde.
A Infraestruturas de Portugal (IP) já resolveu mais de 90% dos cortes de estradas causados pelas tempestades, cerca de 300, restando cerca de 30 interrupções, adiantou hoje o Ministério das Infraestruturas e Habitação (MIH), em comunicado.
Trinta moradores de um prédio em Setúbal ficaram hoje desalojados na sequência de um incêndio na garagem do edifício, cuja origem está a ser investigada pela Polícia Judiciária (PJ), avançou fonte da Proteção Civil.
A Associação Sindical dos Profissionais da Polícia (ASPP/PSP) entregou ao Governo um documento com propostas de alteração para “uma tabela de remuneração digna e justa”, entre outras matérias, para que dê conhecimento à tutela das matérias pendentes, segundo um comunicado.
Vários especialistas em hidráulica denunciaram esta sexta-feira, em Coimbra, a falta de manutenção da obra hidráulica do Baixo Mondego e o antigo presidente do Laboratório Nacional de Engenharia Civil (LNEC) Carlos Matias Ramos considerou a obra abandonada.
Os oito estrangeiros detidos na quarta-feira pela Polícia Judiciária (PJ) numa embarcação de pesca, ao largo dos Açores, com 1.800 quilos de cocaína a bordo, vão aguardar o transportador do processo em prisão preventiva, foi hoje revelado.
A pena mais gravosa foi aplicada à mulher, uma empresária de nacionalidade angolana, a qual foi condenada a cinco anos e oito meses de prisão, enquanto o homem, de nacionalidade brasileira, foi punido com uma pena de cinco anos e quatro meses de prisão, segundo um acórdão consultado esta sexta-feira pela agência Lusa.
A Comissão Utentes Fertagus enviou na quinta-feira, 12 de março, à Comissão Europeia uma queixa contra o Estado português por permitir que os passageiros sejam diariamente transportados em condições “fora do padrão europeu” e “com riscos de segurança”.