PSP deu em 12 anos mais de 605 mil pulseiras para encontrar crianças

A PSP distribuiu mais de 605.500 pulseiras em 12 anos de existência do programa "Estou Aqui!", o que permitiu encontrar com "maior rapidez" 57 crianças desaparecidas, indicou hoje aquela polícia, anunciando uma nova edição em janeiro de 2025.

© Facebook/PSP

Criado em 2012, o programa ‘Estou Aqui! Crianças’ é uma iniciativa da Polícia de Segurança Pública que consiste na distribuição de pulseiras gratuitas que facilitam a sinalização de crianças desaparecidas entre os dois e os 15 anos.

Em comunicado, a PSP diz que, em 12 anos de existência, já foram atribuídas mais de 605.500 pulseiras, das quais 66.891 este ano, o que permitiu à polícia, desde o início do programa, “solucionar com maior rapidez 57 ocorrências de crianças cujas famílias desconheciam o seu paradeiro”.

A PSP refere também que se tem registado um “aumento gradual” de adesão ao programa todos os anos, à exceção 2020 devido à pandemia de covid-19.

Uma vez que atualmente cada edição do programa tem a validade de um ano civil, a PSP avança que as pulseiras atribuídas em 2024 perdem a validade no início do ano, aconselhando que, a partir de janeiro de 2025, seja feita uma nova inscrição ou pedido na página da internet do programa: https://estouaqui.mai.gov.pt/Pages/Home.htm

A PSP refere que este programa tem como principal objetivo “agilizar o trabalho de sinalização de uma criança desaparecida e promover o seu rápido retorno à família”.

“Caso a criança portadora da pulseira se perca, qualquer adulto que a encontre somente necessita contactar a PSP por intermédio do número de emergência nacional (112) e comunicar onde se encontra e qual o código da pulseira que a criança tem consigo. A Polícia de Segurança Pública tratará de informar a família e assegurar de imediato o reencontro familiar”, explica esta força de segurança, em comunicado.

A PSP sublinha que as pulseiras, destinadas a crianças com idades entre os 2 e os 15 anos, possuem um código alfanumérico, único, sem qualquer relação com dados pessoais.

As pulseiras são válidas em todo o país e podem ser solicitadas, tanto para crianças residentes em Portugal como não residentes, nomeadamente em férias.

Últimas do País

O líder do CHEGA denuncia atrasos na comissão de inquérito à gestão do antigo diretor nacional da PJ e atual ministro da Administração Interna, Luís Neves, e defende: “Não vejo nenhum motivo para que [a CPI] não seja aprovada.”
A Associação dos Profissionais da Guarda (APG/GNR) revelou hoje que o curso de formação de Guardas que decorria em Portalegre "foi interrompido", devido à "existência de uma praga de percevejos" nas instalações.
Dois reacendimentos entre Alvito da Beira e a aldeia de Mó, no concelho de Proença-a-Nova, são, às 15.44 horas, as situações mais preocupantes no terreno, disse à agência Lusa o presidente da Câmara.
Sete pessoas morreram nas estradas entre 08 e 14 de setembro, menos três do que no mesmo período do ano passado, quando decorreu a campanha 'Cinto-me vivo', realizada pela Autoridade Nacional de Segurança Rodoviária (ANSR), GNR e PSP.
Fiscalização descobriu um estabelecimento comercial em Algueirão-Mem Martins que estava a ser utilizado como residência permanente por várias pessoas. Operação nasceu de denúncias sobre alegadas habitações ilegais dentro de lojas e suspeitas de crianças em risco.
Uma pessoa morreu hoje junto ao apeadeiro da Aguda, em Vila Nova de Gaia, distrito do Porto, depois de ter sido colhida por um comboio e a Linha do Norte foi retomada em via única.
Os portugueses já pagaram mais de dois mil milhões de euros em portagens para atravessar as pontes sobre o Tejo, um valor que supera em mais de duas vezes o custo nominal original das duas infraestruturas. Perante décadas de cobrança e uma fatura que continua a aumentar todos os anos, o CHEGA quer agora acabar com as portagens nas duas travessias do Tejo, através de uma iniciativa já entregue na Assembleia da República.
A PSP registou seis infrações nas primeiras horas do primeiro dia de proibição de veículos pesados sem destino às cidades do Porto ou de Gaia na Via de Cintura Interna (VCI), revelou hoje fonte do Comando Metropolitano do Porto.
O Ministério Público abriu um inquérito ao diretor nacional e a outros dirigentes da Polícia Judiciária por alegados crimes de falsas declarações e abuso de poder, confirmou a Procuradoria-Geral da República (PGR).
As autoridades policiais detiveram hoje nove pessoas suspeitas de auxílio ao tráfico de estupefacientes e apreenderam 100 jerricãs com combustível, no concelho de Albufeira, anunciou a Unidade de Controlo Costeiro da GNR.