GNR registou oito mortos em 699 acidentes nos últimos três dias

A GNR registou nos últimos três dias 699 acidentes, dos quais resultaram oito mortos, 21 feridos graves e 189 ligeiros, segundo dados provisórios da Operação “Natal e Ano Novo 2024/2025” hoje divulgados.

© Facebook / GNR

As vítimas mortais resultaram de acidentes registados entre sexta-feira e domingo na Estrada Nacional n.º 125, em Albufeira (Faro), na localidade de Barcelos (Braga), na Estrada Nacional 119 em Biscainho-Coruche (Santarém), na localidade de Boliqueime (Faro), no Itinerário Principal (IP) 2 na localidade de Beja e na Autoestrada 23 na saída para Benquerenças (Castelo Branco).

Duas pessoas morreram vítimas de atropelamento, uma na Rua da Ponte Pereiro, na localidade de Pedroso – Vila Nova de Gaia (Porto), e outra na Autoestrada N.º19 em Leiria.

Em comunicado, a Guarda Nacional Republicana (GNR) adianta que no período entre as 00:00 de sexta-feira e as 23:59 de domingo, os militares fiscalizaram 31.094 condutores, dos quais 426 conduziam com excesso de álcool e, destes, 231 foram detidos com uma taxa de álcool no sangue igual ou superior a 1,2 g/l (gramas por litro de sangue).

Foram ainda detidas 73 pessoas por conduzirem sem carta de condução.

Das 4.776 contraordenações rodoviárias detetadas, a GNR destaca 1.654 por excesso de velocidade, 195 por excesso de álcool, 175 por falta ou incorreta utilização do cinto de segurança e/ou cadeirinha.

De acordo com os dados, foram registadas 164 contraordenações por uso indevido do telemóvel a conduzir, 484 por falta de inspeção periódica obrigatória e 166 por falta de seguro de responsabilidade civil obrigatório.

Durante a operação, que termina dia 02 de janeiro, a GNR irá continuar a priorizar a fiscalização da condução sob a influência do álcool e de substâncias psicotrópicas, excesso de velocidade, uso indevido do telemóvel.

A GNR e a Polícia de Segurança Pública (PSP) iniciaram no dia 18 de dezembro o reforço do patrulhamento durante o período de Natal e Ano Novo, com o objetivo de reduzir a criminalidade geral e a sinistralidade rodoviária.

Nesse dia, a GNR iniciou o reforço de patrulhamento durante o período de Natal e Ano Novo, incluindo ações nos locais de maior afluência de pessoas, zonas residenciais, de diversão, industriais e comerciais.

Paralelamente, estão a ser realizadas ações de fiscalização e de segurança rodoviária, nos períodos do Natal e Ano Novo, nas vias com maior fluxo de trânsito, para garantir que as festividades e as deslocações decorram em segurança, em todo o território nacional.

A operação da GNR divide-se em duas fases, tendo a primeira começado no dia 18, visando a prevenção e sensibilização antes das festividades.

Numa segunda fase, no período do Natal (entre os dias 20 e 26 de dezembro), que corresponde ao de maior afluência e concentração de cidadãos, o patrulhamento das estradas será dirigido para a prevenção, fiscalização, aconselhamento e segurança.

Durante o período de ano novo (entre os dias 27 de dezembro e 02 de janeiro de 2025), aumentará o patrulhamento em locais de festividades e concentração de pessoas.

Últimas do País

Ana Catarina Mendes e Edite Estrela estão entre as figuras que terão recorrido ao então secretário de Estado da Saúde para pedir informações ou ajuda relacionada com doentes. Rita Ferro Rodrigues também contactou Lacerda Sales.
Entrar de carro em Lisboa e no Porto pode vir a ter um novo custo. O Governo admite repensar o atual modelo de financiamento das estradas, enquanto um estudo apresentado pela Autoridade da Mobilidade e dos Transportes (AMT) coloca em cima da mesa novas formas de cobrança aos automobilistas, incluindo taxas de congestionamento nos acessos às grandes áreas metropolitanas. O ministro das Infraestruturas, Miguel Pinto Luz, defendeu que é necessário encontrar alternativas para financiar a rede rodoviária e recuperar o princípio do "utilizador-pagador".
O impacto de uma morte pode prolongar-se muito para além do funeral, afetando a saúde, as famílias, o trabalho, a produtividade e até as contas públicas. Portugal regista mais de 120 mil óbitos por ano, mas continua sem medir o verdadeiro custo económico e social do luto.
Ministério Público acusa dez pessoas, incluindo seis funcionários da empresa municipal e três dirigentes. Em causa está um alegado esquema para favorecer um empresário e duas sociedades, através da manipulação de procedimentos de contratação pública e da posterior regularização de trabalhos que já tinham sido executados.
O presidente da Associação Sindical dos Profissionais da Polícia (ASPP), Paulo Santos, acusou hoje o Governo de propaganda, na sequência do anúncio de que 700 agentes da Polícia de Segurança Pública (PSP) vão para a pré-aposentação.
Tratores e outros veículos conduzidos por agricultores percorrem hoje de manhã em marcha lenta a Estrada Nacional 260 (EN260) junto a Serpa, no distrito de Beja, num protesto contra o aumento dos custos de produção no setor.
Menor terá feito vários disparos com projéteis de plástico a partir da varanda de uma residência nas Caldas da Rainha. Réplica foi apreendida pela PSP, que alerta: "Não deve ser tratada como um brinquedo."
PSP registou mais de 54 mil crimes contra pessoas idosas nos últimos três anos, com milhares de casos de furtos, burlas e violência doméstica. Só durante o verão, 294 idosos foram encontrados em situação de risco.
Trinta pessoas morreram em cinco meses da época balnear, divulgou hoje a Autoridade Marítima Nacional (AMN) num balanço que assinala ainda 1.418 salvamentos e 2.609 ações de primeiros-socorros.
O Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA) elevou para laranja os avisos nas nove ilhas dos Açores, desde a madrugada de hoje, devido à chuva forte e trovoada, na sequência da depressão pós-tropical Hanna.