Transportes públicos vão receber 6,4 milhões por passe Social+ e Sub23@superior

As operadoras de transportes públicos vão receber indemnizações compensatórias pelos passes Social+ e Sub23@superior, que atingem os 6,4 milhões de euros, segundo uma resolução publicada hoje em Diário da República.

© D.R.

A Resolução do Conselho de Ministros publicada hoje autoriza a atribuição de indemnizações compensatórias, no âmbito do passe sub23@superior.tp e do passe Social+.

Em causa está a compensação financeira a efetuar relativamente ao ano de 2023, a atribuir aos operadores de transportes, devido à venda dos sub23 @ superior.tp e Social+.

Para a adoção do passe Social +, no âmbito do sistema de títulos intermodais das áreas metropolitanas de Lisboa e do Porto, as compensações podem chegar aos 6,43 milhões de euros, representando assim a maioria do montante em causa.

Este valor será processado em parte pela Direção-Geral do Tesouro e Finanças e em parte pelo Gabinete de Prevenção e Investigação de Acidentes com Aeronaves e Acidentes Ferroviários.

Já para o passe sub23@superior.tp está prevista uma despesa de até 67 mil euros.

De acordo com a lista disponível nesta resolução, nos transportes ferroviários públicos, a CP vai receber 665 mil euros pelo passe social, enquanto o Metropolitano de Lisboa recebe 547 mil e o Metro do Porto 1,03 milhões.

Nos transportes marítimos e fluviais públicos, a Transtejo Soflusa recebe 113 mil euros. Já no setor privado, os transportes rodoviários vão receber 850 mil euros e os ferroviários 341 mil euros.

Quanto ao transporte rodoviário a cargo da administração local, o montante previsto é de 2,9 milhões de euros.

Últimas de Economia

A prestação da casa vai subir em julho para créditos com taxa Euribor a três, seis e 12 meses que sejam revistos nesse mês, segundo as simulações da Deco Proteste.
O prazo para os contribuintes entregarem a declaração de IRS de 2025 termina esta terça-feira, ao fim de três meses, numa altura em que o Portal das Finanças já recebeu seis milhões de declarações.
A média mensal da taxa Euribor, elemento essencial para o cálculo da maioria das prestações no crédito à habitação com componente variável, subiu em junho a três e seis meses, mas desceu a 12 meses.
O 'stock' de empréstimos para habitação atingiu em maio 115.742 milhões de euros, o equivalente a uma taxa de variação anual de 10,8%, a mais alta desde fevereiro de 2003, divulgou hoje o Banco de Portugal (BdP).
Os juros da dívida portuguesa subiam hoje a dois, a cinco e a 10 anos face a sexta-feira, alinhados com os de Espanha, Grécia e Itália, e com os da Alemanha no prazo mais longo.
As contas do Serviço Nacional de Saúde (SNS) continuam longe de estar controladas. O défice ultrapassou os mil milhões de euros em 2025 e, na última década, o Estado já foi obrigado a injetar cerca de 7,9 mil milhões de euros para manter o SNS a funcionar.
A renda mediana dos novos contratos de arrendamento em Portugal atingiu, no primeiro trimestre, 9,46 euros por metro quadrado, um aumento de 9,1%, acelerando face aos 7,9% do trimestre anterior, segundo o Instituto Nacional de Estatística (INE).
O valor mediano de avaliação bancária na habitação atingiu um novo máximo histórico de 2.208 euros por metro quadrado em maio, mais 34 euros do que no mês anterior e 17,1% acima do mês homólogo de 2025, divulgou hoje o Instituto Nacional de Estatística (INE).
O CHEGA apresentou um projeto de lei que prevê uma isenção de 50% em sede de IRS para portugueses emigrantes que regressem ao país e voltem a fixar residência em Portugal.
O preço do cacau nos mercados de futuros está hoje novamente acima de 5.000 dólares/tonelada (4.339 euros/t), "o nível mais alto desde janeiro", segundo o portal Trading Economics.