Transportes públicos vão receber 6,4 milhões por passe Social+ e Sub23@superior

As operadoras de transportes públicos vão receber indemnizações compensatórias pelos passes Social+ e Sub23@superior, que atingem os 6,4 milhões de euros, segundo uma resolução publicada hoje em Diário da República.

© D.R.

A Resolução do Conselho de Ministros publicada hoje autoriza a atribuição de indemnizações compensatórias, no âmbito do passe sub23@superior.tp e do passe Social+.

Em causa está a compensação financeira a efetuar relativamente ao ano de 2023, a atribuir aos operadores de transportes, devido à venda dos sub23 @ superior.tp e Social+.

Para a adoção do passe Social +, no âmbito do sistema de títulos intermodais das áreas metropolitanas de Lisboa e do Porto, as compensações podem chegar aos 6,43 milhões de euros, representando assim a maioria do montante em causa.

Este valor será processado em parte pela Direção-Geral do Tesouro e Finanças e em parte pelo Gabinete de Prevenção e Investigação de Acidentes com Aeronaves e Acidentes Ferroviários.

Já para o passe sub23@superior.tp está prevista uma despesa de até 67 mil euros.

De acordo com a lista disponível nesta resolução, nos transportes ferroviários públicos, a CP vai receber 665 mil euros pelo passe social, enquanto o Metropolitano de Lisboa recebe 547 mil e o Metro do Porto 1,03 milhões.

Nos transportes marítimos e fluviais públicos, a Transtejo Soflusa recebe 113 mil euros. Já no setor privado, os transportes rodoviários vão receber 850 mil euros e os ferroviários 341 mil euros.

Quanto ao transporte rodoviário a cargo da administração local, o montante previsto é de 2,9 milhões de euros.

Últimas de Economia

Mais de metade dos portugueses (53%) recorreu a dinheiro emprestado ou a cartões de crédito nos últimos seis meses para pagar as suas contas, com uma percentagem que sobe para 79% entre os rendimentos abaixo da média, segundo um estudo da Intrum.
André Ventura anunciou que o CHEGA vai apresentar um pacote de emergência para combater a crise da habitação, que inclui a isenção temporária do pagamento do IMI, benefícios fiscais e apoios às rendas. O líder do partido defendeu medidas urgentes para reduzir os encargos das famílias portuguesas.
As alterações às tabelas de retenção na fonte previstas para novembro poderão aumentar o salário líquido de muitos trabalhadores, mas há uma consequência menos favorável: o reembolso de IRS poderá diminuir no próximo ano.
Os 60 membros do Governo que está a alterar as leis do arrendamento declaram 436 imóveis, avaliados em quase 23 milhões de euros. Marisa Garrido, secretária de Estado da Administração Pública e que recebeu 12 milhões de euros em suplementos quando dirigia os Recursos Humanos da RTP, lidera a lista com 62 propriedades. Luís Montenegro surge logo a seguir, com 55 imóveis declarados.
Quase cinco mil milhões de euros continuam por recuperar. Montante cobriria o orçamento anual do Ensino Superior, Ciência e Inovação e grande parte das despesas do Ministério da Economia.
Venda de ouro confiscado pelas autoridades faz disparar receitas públicas, com valores quatro vezes superiores aos registados dois anos antes.
Aumento salarial promete mais dinheiro ao fim do mês, mas a subida dos preços deverá reduzir para metade a melhoria real do poder de compra.
Sondagem da Pitagórica para a TVI/CNN indica que mais de 80% dos portugueses concordam com a redução dos impostos sobre os combustíveis, medida defendida pelo CHEGA e rejeitada por PS e PSD no Parlamento.
BPN e Banif desapareceram há anos, mas continuam a pesar nas contas públicas. O Governo prevê gastar 334 milhões de euros em 2027, enquanto permanecem por recuperar mais de 8,6 mil milhões de euros em apoios do Estado.
O preço por litro de gasóleo deverá subir 4,5 cêntimos, segundo estimativas do Automóvel Club de Portugal (ACP).