Diretor-executivo do SNS reconhece dificuldades de resposta no Beatriz Ângelo

O diretor-executivo do Serviço Nacional de Saúde (SNS) reconheceu hoje dificuldades na capacidade de resposta do Hospital Beatriz Ângelo, em Loures, considerando que aquela unidade de saúde “está subdimensionada” face à população da área de abrangência.

©facebook.com/HospitalBeatrizAngelo

“Loures é uma unidade local de saúde que está subdimensionada para a população, que tem crescido imenso, da área de abrangência”, afirmou António Gandra D’Almeida em declarações aos jornalistas, à margem de uma visita ao Hospital Eduardo Santos Silva, em Vila Nova de Gaia.

Nos últimos dias, o Hospital Beatriz Ângelo tem registado elevados tempos de espera nas urgências e hoje de manhã chegaram às 17 horas.

Hoje, cerca das 14:00, os utentes com pulseira amarela (urgente) tinham pela frente um tempo de espera médio de 12 horas e 58 minutos e os doentes muito urgentes (pulseira laranja) tinham de esperar uma hora e 18 minutos.

Reconhecendo as dificuldades na capacidade de resposta, o diretor-executivo do SNS sublinhou que o hospital “tem tentado dar uma resposta adequada, apesar da exigência muito grande que existe naquela zona”.

No final do ano, a Câmara Municipal de Sintra entregou o edifício do novo Hospital de Sintra ao SNS, que irá beneficiar 400 mil utentes e que António Gandra D’Almeida antecipa que possa aliviar a pressão sobre o Beatriz Ângelo.

“Em breve, vamos ter um novo hospital de proximidade que vai ajudar a dar resposta”, disse o responsável.

Últimas do País

O médico Miguel Alpalhão, que recebeu mais de 700 mil euros em três anos de cirurgias adicionais no Hospital de Santa Maria (Lisboa), foi suspenso de funções com perda total de vencimento.
Os maiores aumentos registaram-se entre mulheres asiáticas, sobretudo oriundas do Bangladesh, que ocupou o segundo lugar no número de episódios nos dois anos analisados.
Um bebé de apenas um ano deixou de respirar nos braços do pai, em Loures, mas a tragédia foi evitada por um agente da PSP que, em poucos segundos, conseguiu reanimá-lo.
O Governo decidiu que a solução para os problemas da saúde não passa por mais médicos, mais recursos ou menos burocracia, passa por criar um novo cargo. As Comissões de Coordenação e Desenvolvimento Regional (CCDR) vão ganhar vice-presidentes especializados em Saúde, num movimento que promete revolucionar tudo… exceto o que realmente precisa de ser revolucionado.
O mês passado foi o segundo outubro mais quente em Portugal continental desde 1931, tendo sido muito quente e seco, segundo o mais recente boletim climatológico mensal do Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA) hoje divulgado.
A GNR registou até 31 de outubro 2.856 casos de burla informática através de utilização de aplicações para transferência imediata de dinheiro, informou hoje a Guarda numa nota para assinalar a operação “Comércio Seguro 2025”.
Uma das mais urgentes prioridades para o CHEGA na Câmara Municipal do Porto é pressionar o Executivo de Pedro Duarte a tomar decisões sobre o MetroBus na Avenida da Boavista.
O Conselho das Finanças Públicas confirma o pior cenário: o Serviço Nacional de Saúde afundou as contas públicas em 2024, absorvendo 93% de todos os prejuízos das empresas do Estado.
Portugal está a gastar mais de 40 milhões de euros por ano com reclusos estrangeiros, as prisões estão sobrelotadas, as agressões a guardas aumentam e o sistema aproxima-se do limite.
O Instituto Nacional de Emergência Médica registou este ano 28 intoxicações por monóxido de carbono, mais 10 do que em todo o ano de 2024, e alertou, esta quinta-feira, para os riscos de braseiras, esquentadores e fogões em locais com pouca ventilação.