Diretor-executivo do SNS reconhece dificuldades de resposta no Beatriz Ângelo

O diretor-executivo do Serviço Nacional de Saúde (SNS) reconheceu hoje dificuldades na capacidade de resposta do Hospital Beatriz Ângelo, em Loures, considerando que aquela unidade de saúde “está subdimensionada” face à população da área de abrangência.

©facebook.com/HospitalBeatrizAngelo

“Loures é uma unidade local de saúde que está subdimensionada para a população, que tem crescido imenso, da área de abrangência”, afirmou António Gandra D’Almeida em declarações aos jornalistas, à margem de uma visita ao Hospital Eduardo Santos Silva, em Vila Nova de Gaia.

Nos últimos dias, o Hospital Beatriz Ângelo tem registado elevados tempos de espera nas urgências e hoje de manhã chegaram às 17 horas.

Hoje, cerca das 14:00, os utentes com pulseira amarela (urgente) tinham pela frente um tempo de espera médio de 12 horas e 58 minutos e os doentes muito urgentes (pulseira laranja) tinham de esperar uma hora e 18 minutos.

Reconhecendo as dificuldades na capacidade de resposta, o diretor-executivo do SNS sublinhou que o hospital “tem tentado dar uma resposta adequada, apesar da exigência muito grande que existe naquela zona”.

No final do ano, a Câmara Municipal de Sintra entregou o edifício do novo Hospital de Sintra ao SNS, que irá beneficiar 400 mil utentes e que António Gandra D’Almeida antecipa que possa aliviar a pressão sobre o Beatriz Ângelo.

“Em breve, vamos ter um novo hospital de proximidade que vai ajudar a dar resposta”, disse o responsável.

Últimas do País

Luís Montenegro deslocou-se ao Algarve para participar num torneio de golfe ao lado do empresário Manuel Violas, proprietário do Grupo Solverde, que mantinha uma relação comercial com a Spinumviva. O primeiro-ministro ficou alojado num hotel de cinco estrelas pertencente ao grupo.
O partido liderado por André Ventura apresentou uma proposta para o Orçamento do Estado para 2027 que pretende dar prioridade no acesso às creches aos filhos de cidadãos portugueses que exerçam uma atividade profissional.
A Proteção Civil alertou hoje para o risco de inundações e cheias em Portugal continental devido à passagem da depressão Bruna, que irá provocar chuva e vento fortes e agitação marítima.
A Polícia de Segurança Pública (PSP) deteve entre domingo e hoje 10 pessoas no Aeroporto Humberto Delgado, em Lisboa, suspeitas de utilizarem documentos falsificados em voos provenientes de Atenas, na Grécia.
O IPMA alertou para chuva, vento e agitação marítima no continente a partir de domingo, devido à depressão Bruna, que deverá afetar o país até 13 de novembro.
A PSP recebeu hoje de manhã um alerta de ameaça de bomba num avião da Ryanair que iria sair do aeroporto de Lisboa com destino a Roma, revelou hoje aquela polícia.
Dois homens, de 24 e 27 anos, foram detidos pela PSP depois de transformarem dois apartamentos municipais devolutos, na Quinta do Loureiro, em Lisboa, em armazéns de droga. A operação permitiu apreender 23 quilos de heroína, a maior quantidade desta substância confiscada este ano pelas forças de segurança portuguesas, além de cocaína, haxixe, liamba, dinheiro e munições.
Um adolescente de 15 anos foi identificado pela Polícia Judiciária como suspeito de violar e roubar uma rapariga menor de idade no interior do prédio onde esta reside, em Oeiras. O jovem está ainda indiciado por outros crimes de roubo e agressão. Por ter menos de 16 anos, não pode ser responsabilizado criminalmente, tendo sido entregue ao pai e apresentado ao Tribunal de Família e Menores.
A Polícia Judiciária de Aveiro deteve um homem de 34 anos suspeito de usar receitas falsas para comprar medicamentos que seriam utilizados para fabricar drogas ou para consumo direto, segundo informou o órgão de polícia criminal.
Uma mulher espanhola foi detida em Badajoz, suspeita de ter vendido os seis filhos, com idades entre um e 11 anos, a outras famílias. Duas das crianças, de um e três anos, foram localizadas em Portugal e encaminhadas para instituições de acolhimento.