PSP detém seis jovens suspeitos de roubos, coação e agressão no Porto

A PSP deteve seis jovens, entre os 16 e 21 anos, suspeitos de roubos através do método de ameaça, coação e agressão física, cometidos, essencialmente, no polo universitário da Asprela e Avenida Fernão de Magalhães, Porto, foi hoje anunciado.

© D.R.

Em comunicado, o Comando Metropolitano da PSP do Porto referiu que, na primeira fase desta operação de prevenção criminal, realizada na quinta-feira, na Rua Roberto Frias, na Asprela, foram detidos dois jovens, de 16 e 21 anos, a quem foram apreendidos “artigos envolvidos na prática do crime, tais como um fio de metal, um par de luvas, uma bolsa a tira colo, uma faca de cozinha, uma navalha, um documento alheio, um telemóvel e um casaco”.

Segundo a polícia, neste grupo encontrava-se também um menor, de 15 anos, que foi entregue na instituição onde estava institucionalizado, correndo agora um processo educativo sobre o mesmo.

“Os suspeitos atuavam em conjunto e o ‘modus operandi’ consistia numa abordagem às vítimas, pedindo-lhes cigarros, após o que as coagiam de forma a causar medo para que aquelas lhes entregassem os seus pertences, chegando a obrigá-las a deslocarem-se a caixas ATM para efetuarem levantamentos”, esclarece a PSP.

A segunda fase da operação decorreu na Avenida Fernão Magalhães, onde foram detidos em flagrante delito quatro homens, com idades entre os 16 os 20 anos, após terem agredido um condutor de TVDE, de 57, e de lhe terem subtraído um telemóvel, tendo a vítima necessidade de receber tratamento hospitalar.

Esta operação vou realizada “tendo em consideração várias situações de roubos preconizados através de método de ameaça, coação e agressão física” cometidos naquela zona da cidade.

Últimas do País

A GNR deteve uma mulher de 77 anos no concelho de Pinhel por incêndio florestal originado numa queima de vegetação que se descontrolou e consumiu 0,2 hectares de pasto e mato.
Uma operação de fiscalização terminou com a apreensão de 35 armadilhas de pesca que não cumpriam as exigências legais. A Polícia Marítima detetou ainda uma embarcação de recreio em presumível infração.
A CP - Comboios de Portugal alerta para a ocorrência de perturbações na circulação dos comboios entre quinta-feira e sábado devido à greve dos revisores e dos trabalhadores de bilheteiras. A greve, convocada pelo sindicato SFRCI, pode afetar serviços como Alfa Pendular, Intercidades e Regional.
A Polícia de Segurança Pública (PSP) deixou uma mensagem sobre o papel das forças de segurança durante manifestações, sublinhando a importância do diálogo e do respeito pelo direito à reunião e à manifestação.
Uma megaoperação da Polícia Judiciária desmantelou uma alegada rede criminosa transnacional suspeita de lesar o Estado português em mais de 150 milhões de euros. O esquema envolvia empresas de fachada em vários países europeus, incluindo estabelecimentos em Arruda dos Vinhos, Vila Franca de Xira e Torres Novas. Foram detidos 39 suspeitos, portugueses e estrangeiros.
Uma mulher foi atacada com uma arma branca numa paragem de autocarro, em plena Avenida Fernão de Magalhães, em Coimbra. A agressora, de 40 anos, foi intercetada por familiares da vítima e entregue à PSP. Desentendimentos pessoais poderão estar na origem do ataque.
O presidente do CHEGA questionou a ausência de uma posição pública do primeiro-ministro perante os confrontos nas manifestações pela habitação. No debate na generalidade do Orçamento do Estado para 2027, André Ventura responsabilizou ainda PS e PSD pelo agravamento da crise habitacional.
Um dos arguidos de um processo de tráfico de droga admitiu, esta terça-feira, no Tribunal de Beja, ter transportado quase 800 quilos de haxixe a bordo de um veleiro. A confissão levou o seu advogado a renunciar à defesa e obrigou a uma nova suspensão do julgamento.
Portugal foi o quinto país da União Europeia com a maior taxa de mortalidade rodoviária em 2025, com 51 mortes por milhão de habitantes, apesar de se registar uma diminuição de 6% face ao ano anterior.
O presidente do CHEGA criticou a falta de uma posição clara do Presidente da República sobre os confrontos na manifestação pela habitação. André Ventura acusa António José Seguro de não defender a atuação da polícia.