Preventiva para três dos nove detidos por tráfico de droga em Aveiro

Três dos nove detidos por tráfico de droga em Aveiro vão aguardar o desenrolar do processo em prisão preventiva, informou hoje fonte judicial.

© D.R.

As medidas de coação foram divulgadas hoje ao final da tarde no Tribunal de Aveiro, onde decorreu o primeiro interrogatório judicial dos arguidos detidos.

A medida de coação mais gravosa foi aplicada a três arguidos.

Os restantes seis arguidos (quatro homens e duas mulheres) ficam sujeitos à obrigação de apresentações periódicas às autoridades, dois deles com periodicidade semanal, um bissemanal e os restantes três trissemanal.

Todos os arguidos estão ainda proibidos de contactar com outros arguidos e testemunhas e de frequentar locais conotados com o tráfico de estupefacientes.

Seis arguidos estão indiciados pelo crime de tráfico e os restantes três por tráfico de menor gravidade.

Na terça-feira, a GNR anunciou o desmantelamento de uma rede de tráfico de droga que atuava em vários concelhos do sul do distrito de Aveiro, com a detenção de nove pessoas e a apreensão de mais de quatro mil doses de droga.

Os suspeitos, com idades entre os 31 e 64 anos, foram detidos nos concelhos de Aveiro, Albergaria-a-Velha e Águeda.

“No âmbito de uma investigação, que decorria há cinco meses, foi possível apurar-se que os suspeitos operavam em rede, dedicando-se ao tráfico de estupefacientes na zona sul do distrito de Aveiro”, referiu na altura a GNR.

Na sequência da investigação, os militares da GNR deram cumprimento a sete mandados de detenção e realizaram 29 buscas (11 domiciliárias, 11 em veículos e sete em estabelecimentos) que resultaram na apreensão de 313,6 doses de cocaína, 3.311,7 doses de haxixe e 585,96 doses de liamba.

Foram ainda apreendidas duas armas de fogo e várias munições, cinco balanças de precisão, 15 viaturas, 1.429,43 euros em dinheiro, 630 maços sem estampilha, seis quilos de tabaco a granel e diverso material de corte e embalamento.

Ainda segundo a Guarda, além dos nove detidos, foram constituídos arguidos dois homens.

A operação envolveu cerca de 40 militares do Comando Territorial de Aveiro, da valência de Intervenção e da estrutura de Investigação Criminal e contou com o apoio da PSP.

Últimas do País

Um jovem de 15 anos, com necessidades educativas especiais, continua sem aulas devido à falta de uma resposta escolar adequada. Depois de várias tentativas para resolver a situação, a mãe decidiu apresentar queixa, levando às autoridades policiais um problema que coloca em causa o acesso do filho à educação.
Uma mulher de 30 anos foi encontrada morta, com ferimentos provocados por arma de fogo, no interior de uma viatura estacionada na berma da Estrada Nacional 360, nas Caldas da Rainha. Ao seu lado estava um homem de 25 anos, apontado como seu namorado, que foi encontrado inconsciente.
O Parlamento pediu os contratos contestados pela entidade reguladora da profissão, mas recebeu uma minuta já alterada. A SÁBADO revela que existiam três contratos assinados com as cláusulas consideradas ilegais.
Ricardo Carrilho acusa Luís Neves de o ter afastado para proteger interesses instalados na SIRESP. Em declarações à Renascença, denuncia contratações suspeitas, negócios com escritórios de advogados e contratos com operadores privados que não cumpririam as suas obrigações.
A proteção de vítimas de violência levanta uma nova controvérsia: o acesso à licença parental remunerada a 100% poderá depender da saída da residência. A condição, noticiada pelo Jornal de Notícias, coloca em discussão a relação entre os apoios sociais e a segurança de quem enfrenta situações de violência.
As autoridades já apreenderam mais de 42 toneladas de cocaína desde o início do ano, um volume que evidencia a dimensão das operações de combate ao tráfico de droga. Os números colocam novamente em destaque a atividade das redes internacionais de narcotráfico e a importância da fiscalização das rotas de circulação de estupefacientes.
André Ventura acusa Luís Neves de “prepotência e incapacidade de lidar com a verdade” e coloca a responsabilidade pela resolução do caso nas mãos de Luís Montenegro. O presidente do CHEGA alerta que, enquanto o primeiro-ministro não intervier, “a infeção deste Governo será cada vez maior”.
Três trabalhadores morreram hoje num acidente laboral num reservatório de água de uma habitação na Quinta do Lago, no concelho de Loulé, distrito de Faro, disseram à Lusa fontes da GNR e da Proteção Civil.
Cerca de 150 dirigentes associativos do setor agroflorestal concentraram-se esta segunda-feira junto à Assembleia da República, em Lisboa, para exigir ao Governo 140 milhões de euros em apoios que permitam enfrentar o aumento dos custos de produção e recuperar a competitividade face a Espanha. A resposta do ministro da Agricultura aponta para 2027, ano em que estarão disponíveis mais de 162 milhões de euros para apoiar o setor.
“Alguma coisa não está certa com Luís Neves”, afirmou o presidente do CHEGA, numa altura em que a imprensa aponta divergências relacionadas com o Sistema Integrado de Redes de Emergência e Segurança de Portugal como possível motivo para a saída de Ricardo Carrilho.