Lucro da Pfizer mais do que triplica e supera 8 mil milhões de dólares

A farmacêutica norte-americana Pfizer informou hoje que obteve um lucro líquido de 8.031 milhões de dólares (7.816 milhões de euros) em 2024, mais 278% do que no ano anterior.

© Pfizer

A receita em 2024 atingiu 63.627 milhões de dólares, mais 7% em relação ao exercício anterior.

No último trimestre do ano, a empresa conseguiu um lucro líquido de 410 milhões de dólares, face às perdas de 3.369 milhões de dólares que tinha registado no mesmo trimestre do ano anterior e uma receita de 17.763 milhões de dólares, mais 22%.

Os números do último trimestre superaram as expectativas dos investidores devido em grande parte a uma procura acima do esperado de produtos relacionados com a covid-19.

De acordo com a CNBC, estes resultados encerram um ano crítico para a Pfizer, que tenta cortar os custos enquanto recupera da rápida diminuição do seu negócio de vacinas contra a covid-19.

“O ano de 2024 foi sólido quanto à execução e desempenho da Pfizer, cumprimos ou superámos os nossos compromissos estratégicos e financeiros, fortalecemos a empresa e, o mais importante, chegámos a milhões de doentes com os nossos medicamentos e vacinas”, indicou em comunicado Albert Bourla, líder da farmacêutica.

Últimas de Economia

A economia da zona euro abrandou a sua contração em junho, após dois meses em que se intensificou, num contexto de diminuição das pressões inflacionistas decorrentes do impacto da guerra no Médio Oriente, segundo o índice PMI.
O Grupo Parlamentar do CHEGA apresentou um projeto de lei que pretende alterar o cálculo do IRS, voltando a considerar os dependentes no chamado quociente familiar e aumentando as deduções atribuídas por cada filho.
A Procuradoria-Geral da República (PGR) alertou hoje para uma burla através de telefonemas aparentemente da Paypal, nos quais os utilizados desta aplicação de pagamentos 'online' são informados de compras suspeitas que, na realidade, nunca aconteceram.
O endividamento do setor não financeiro, que reúne administrações públicas, empresas e particulares, aumentou 8.100 milhões de euros em abril face a março, para 876.200 milhões de euros, anunciou hoje o Banco de Portugal (BdP).
As insolvências a nível mundial aumentaram 12% no primeiro semestre de 2026, impulsionadas por um aumento de 22% na América do Norte, segundo uma análise da seguradora de crédito Coface.
O montante investido em certificados de aforro subiu novamente em maio, pelo 20.º mês consecutivo, e atingiu os 42.447 milhões de euros, num crescimento homólogo de 13,2%, segundo dados hoje divulgados pelo Banco de Portugal (BdP).
A bolsa de Lisboa acentuava hoje a tendência negativa da abertura e perdia 1,31%, com todas as empresas cotadas a cair, lideradas pela Semapa, que recuava 2,01% para 21,95 euros.
O cabaz alimentar composto por 63 bens essenciais monitorizado pela DECO PROteste encareceu 2,11 euros na última semana, para 257,68 euros, interrompendo a trajetória de descida registada na semana anterior, informou hoje a associação de defesa do consumidor.
A taxa de inflação anual da zona euro aumentou, em maio, pelo quarto mês consecutivo, para 3,2%, confirmou hoje o Eurostat, indicando ainda um valor de 3,3% para a União Europeia (UE).
Os preços da habitação mais do que duplicaram em 157 municípios entre 2017 e 2025, com as maiores valorizações a serem registadas na Área Metropolitana do Porto, Grande Lisboa e Península de Setúbal, segundo o Banco de Portugal.