Tribunal de Contas aponta ilegalidades no apoio à educação na câmara de Santa Cruz

O Tribunal de Contas considerou ilegais a aquisição de manuais escolares e de serviços de transporte escolar pela Câmara de Santa Cruz, na Madeira, nos anos letivos de 2019/2020 e 2020/2021, indica o relatório de uma auditoria divulgado hoje.

© D.R

De acordo com o tribunal, a despesa com a aquisição de livros para atribuição aos alunos do 1.º ciclo, no valor de 39 mil euros, foi “ilegalmente autorizada e paga”, pois o normativo de atribuição de manuais escolares não consubstancia um regulamento municipal no âmbito do Código do Procedimento Administrativo.

O regulamento foi proposto pelo executivo camarário, liderado pelo Juntos Pelo Povo (JPP), mas não foi aprovado pela Assembleia Municipal.

O Tribunal de Contas (TdC) indica também que a aquisição de serviços de transporte escolar de alunos do 1.º ciclo no ano letivo de 2020/2021 “não encontra fundamento” num regulamento com eficácia externa que enquadre a sua celebração e execução material e financeira.

Esta circunstância “induziu à ilegalidade” da assunção e do pagamento da respetiva despesa, que ascendeu a 111.800 euros.

Face às ilegalidades detetadas, o TdC recomendou aos membros da Câmara Municipal de Santa Cruz, presidida por Filipe Sousa, que diligenciem pelo “estrito cumprimento” do regime respeitante à elaboração, aprovação e publicitação dos regulamentos administrativos.

No âmbito da auditoria às políticas autárquicas na área do apoio à educação em 2020 no município de Santa Cruz, localizado na zona leste da Madeira, o Tribunal de Contas concluiu que a autarquia despendeu um total de 1,5 milhões de euros, com destaque para o apoio ao ensino superior, que ascendeu a 1,3 milhões de euros.

Últimas do País

Em alguns casos, a indefinição prolonga-se há mais de um ano e meio, com os gestores a permanecerem em funções sem saber se serão reconduzidos ou substituídos. Entre as instituições nesta situação está o Hospital de São João, no Porto, uma das maiores unidades hospitalares do país.
Portugal já registou 6572 incêndios rurais em 2026, mais 748 do que no mesmo período do ano passado. Número de ocorrências sobe quase 13% e atinge o valor mais elevado dos últimos quatro anos. Mais de 60 mil hectares já foram consumidos pelas chamas.
Diretora de Medicina Interna demite-se e responsável pela Urgência ameaça sair se não melhorarem as condições para tratar os doentes.
Três incêndios em mato em Torre de Moncorvo, Santo Tirso e Arouca destacam-se ao início da tarde de hoje entre as “ocorrências significativas” registadas pela Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil (ANEPC), mobilizando mais de 900 operacionais.
Dois episódios de violência grave, registados em poucos dias, levaram a PSP a mobilizar pelo menos 30 elementos do Corpo de Intervenção para reforçar a segurança numa das zonas mais turísticas de Lisboa, entre o Terreiro do Paço e o Marquês de Pombal.
Suspeitos terão regressado ao local depois de uma luta com intenção de concretizar uma ameaça. Polícia intercetou o grupo e apreendeu uma arma artesanal de calibre 9 mm, carregada e municiada.
Os resultados dos pedidos de reapreciações dos exames nacionais da 2.ª fase serão conhecidos a 14 de setembro, por decisão do Governo que decidiu adiar a divulgação das notas para acautelar as férias de todos os professores.
Suspeito aparentava estar alcoolizado quando a PSP foi chamada a intervir. Mulher sofreu ferimentos na cabeça e foi transportada para o hospital. Um agente também ficou ferido durante a ocorrência.
Criança terá sido impedida de sair e conseguiu pedir socorro aos familiares. Suspeito foi detido pela GNR e acabou em liberdade.
Suspeitos, de 37 e 42 anos, são apontados pela PJ como autores de quatro roubos cometidos em menos de duas semanas. Um ficava no motociclo enquanto o outro, de capacete e armado, entrava nos estabelecimentos e exigia o dinheiro das caixas registadoras.