Super Bock Group investe mais de 80 Milhões em descarbonização até 2030

O Super Bock Group anunciou hoje um investimento superior a 80 milhões de euros, até 2030, no seu plano de descarbonização, que inclui modernização de infraestruturas e sistemas, restauro ecológico e promoção da biodiversidade, entre outras ações.

© facebook./superbock

O anúncio foi feito hoje pelo presidente executivo (CEO) do grupo, Rui Lopes Ferreira, numa cerimónia conjunta com a Greenvolt, em Matosinhos, distrito do Porto.

Em comunicado, o grupo explicou que, com a execução deste roteiro, prevê, até ao final da década, atingir a neutralidade carbónica nas emissões diretas (escopo 1 e 2) em todas as suas unidades, nomeadamente em Leça do Balio (Matosinhos), onde se situa a sua fábrica de cervejas.

Rui Lopes Ferreira referiu que este plano “foi definido após uma rigorosa avaliação da pegada de carbono e hídrica do grupo” e, por isso, foi dada prioridade a “projetos pluridimensionais que seguem a hierarquia de mitigação”.

O plano de descarbonização, cujo investimento conta com “uma pequena percentagem” via candidaturas ao Plano de Recuperação e Resiliência (PRR), prevê a implementação de painéis solares nas unidades de Matosinhos, Santarém e nos Centros de Produção de águas minerais naturais em Pedras Salgadas, Castelo de Vide e Ladeira de Envendos, em parceria com a Greenvolt.

Estão também previstos dois projetos locais de restauro ecológico e reflorestação, em terrenos contíguos ao Pedras Salgadas Spa & Nature Park e à sua fábrica de cerveja em Leça do Balio (Quinta da Sabina), que, segundo o grupo, vão contribuir para compensar o consumo de água e as emissões de carbono.

Últimas de Economia

O CHEGA Açores apresentou dois requerimentos ao Governo Regional, um para exigir medidas de combate ao aumento do custo de vida e outro para esclarecer os resultados do projeto-piloto da semana de quatro dias na Administração Pública Regional.
O preço eficiente dos combustíveis sobe esta semana para 2,167 euros na gasolina 95 simples e para 2,211 euros no gasóleo simples, adiantou hoje a Entidade Reguladora dos Serviços Energéticos (ERSE).
A inflação acelerou para 3,6% em setembro, em termos homólogos, o que compara com uma taxa de 3,3% no mês anterior, segundo os dados divulgados hoje pelo Instituto Nacional de Estatística (INE), que confirmam a estimativa rápida.
O cenário económico apresentado pelo Governo para 2027 enfrenta previsões menos favoráveis do Fundo Monetário Internacional. A instituição antecipa um crescimento de apenas 1,9% e uma inflação de 3%, contrariando as estimativas inscritas no Orçamento do Estado e levantando novas questões sobre a evolução do poder de compra dos portugueses.
A despesa pública com deslocações e estadias deverá atingir os 133,8 milhões de euros no próximo ano. Numa altura em que o Orçamento do Estado volta a colocar as contas públicas no centro do debate, os ministérios da Educação, Defesa e Negócios Estrangeiros concentram as maiores verbas destinadas a viagens e alojamento.
O Estado reforçou a sua participação na REN com a aquisição de mais 5,3% do capital à Fidelidade. A operação eleva a posição estatal para cerca de 19%, num investimento global que poderá atingir os 537 milhões de euros, segundo cálculos do jornal ECO.
Um agravamento da conjuntura económica poderá retirar dois mil milhões de euros à riqueza produzida em Portugal. O cenário de risco é reconhecido pelo próprio Governo.
O preço por litro da gasolina deverá subir cerca de cinco cêntimos e o de gasóleo deverá descer até um cêntimo na próxima semana, segundo as estimativas divulgadas esta sexta-feira pelo Automóvel Club de Portugal (ACP) e pela Anarec.
Os custos de construção de habitação nova terão aumentado 7,5% em agosto, em termos homólogos, tendo os materiais subido 7,1% e a mão-de-obra 8,0%, de acordo com uma estimativa divulgada esta sexta-feira pelo INE.
A presidente do Tribunal de Contas defendeu que reformas das finanças públicas não devem enfraquecer o controlo externo da despesa, para proteger as democracias.