Pena suspensa para dupla que assaltou ourivesaria em Aveiro

Dois jovens que há um ano assaltaram uma ourivesaria em Aveiro quando a loja ainda estava aberta ao público, levando consigo mais de 30 mil euros em relógios e bijuteria, foram condenados a cinco anos de prisão suspensa.

© D.R.

O acórdão do Tribunal de Aveiro, datado de 29 de janeiro e consultado hoje pela Lusa, deu como provado o crime de roubo agravado que tinha sido imputado aos arguidos.

Os dois homens, de 22 e 24 anos, foram sancionados com uma pena de prisão de cinco anos, suspensa na sua execução por igual período. Os arguidos, que sofrem ambos de epilepsia, terão ainda de sujeitar-se a acompanhamento médico psiquiátrico e ou psicológico e respetivo tratamento.

Durante o julgamento, os arguidos confessaram os factos e mostraram arrependimento. Um deles justificou o assalto com a necessidade de fazer face a uma despesa de 900 euros com o arranjo de um carro e o outro disse que queria compensar a mãe, face a toda a ajuda que a mesma sempre lhe prestou.

A favor dos arguidos pesou ainda o facto de não terem antecedentes criminais para além de contarem com o apoio familiar.

Os factos dados como provados referem que os dois homens assaltaram a 22 de fevereiro de 2024, cerca das 21:45, uma ourivesaria no Fórum Aveiro, quando a loja ainda estava aberta ao público.

Os assaltantes entraram no estabelecimento encapuzados e enquanto um deles ameaçou a funcionária com uma navalha o outro partiu os vidros das vitrinas com um martelo e retiraram dezenas de relógios, brincos e pulseiras em valor superior a 30 mil euros.

Em seguida, dirigiram-se a pé para um parque de estacionamento situado a poucos metros do local do roubo, tendo sido detidos por agentes da PSP quando já se encontravam no interior de uma viatura que pertencia a um dos assaltantes.

Os agentes da PSP chegaram ainda a disparar tiros de intimidação para fazer parar a viatura.

Últimas do País

Vinte concelhos dos distritos de Viseu, Guarda, Coimbra, Castelo Branco, Santarém, Portalegre e Faro estão hoje em perigo máximo de incêndio rural, segundo o Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA).
Onze pessoas foram detidas na terça-feira por crime de permanência ilegal em território nacional nos concelhos da Trofa e Lousada, no Porto, no âmbito de uma ação de fiscalização a cinco estabelecimentos comerciais, informou hoje a GNR.
A Polícia Marítima apreendeu no final da tarde de quinta-feira uma embarcação de alta velocidade a aproximadamente 13 quilómetros da costa, a sul de Lisboa, informou hoje a Autoridade Marítima Nacional (AMN).
O grupo de pais que vai avançar com um processo contra o Ministério da Educação por falta de vagas nas escolas públicas diz ter ainda muitos casos de alunos que continuam em casa, sem qualquer informação.
A GNR confirmou hoje a identificação de um presumível autor dos incêndios em Alvito da Beira e na Atalaia, no concelho de Proença-a-Nova, distrito de Castelo Branco, e revelou que a investigação está a cargo da Polícia Judiciária.
A funcionária de uma Junta de Freguesia do concelho de Alvaiázere, no distrito de Leiria, que está acusada da prática de crime de incêndio florestal agravado, assumiu, esta quinta-feira, no Tribunal Judicial de Leiria a autoria do fogo.
Um homem com 21 anos foi detido na terça-feira em Lisboa e ficou em prisão preventiva por agredir e esfaquear uma mulher para lhe roubar 8.000 euros, informou hoje a PSP.
Uma mulher de 60 anos ficou hoje em prisão preventiva por ser suspeita de ter regado o marido com produto inflamável e ateado fogo de seguida, na terça-feira, na Madeira, disse fonte do tribunal.
Um homem, de 43 anos, ficou em prisão preventiva por suspeita de roubar, sob ameaça e com recurso a uma arma branca, dinheiro em estabelecimentos comerciais do Porto, Gaia e Vila do Conde, anunciou hoje a PSP.
GNR já fiscalizou mais de 103 mil estrangeiros desde outubro de 2023. Operações resultaram em 459 detenções, 8.670 autos de contraordenação e 1.068 notificações para abandono voluntário do país.