Cartões foram principal método de pagamento eletrónico na UE em 2023

Os cartões foram o principal método de pagamento eletrónico na União Europeia (UE) em 2023, com 70.000 milhões de pagamentos, ou 54% de todas as transações sem dinheiro, segundo o Banco Central Europeu (BCE).

©D.R.

Num comunicado hoje divulgado, o BCE afirmou que os sistemas de pagamento internacionais com cartão representaram 61% do total das transações com cartão na zona euro em 2023, enquanto os sistemas nacionais de cartões representaram os restantes 39%.

Esta é uma das conclusões do último relatório do BCE sobre os sistemas e processadores de cartões de pagamento.

O BCE considera que existe uma predominância dos sistemas de cartões internacionais e questiona se a UE tem efetivamente autonomia em matéria de pagamentos.

Atualmente, existem apenas nove sistemas nacionais de cartões ativos na UE e cada um deles opera apenas num país.

De acordo com o BCE, estes sistemas estão a perder quota de mercado nacional.

Na zona euro, 13 países estão totalmente dependentes dos sistemas internacionais de cartões.

Últimas de Economia

O 'stock' de empréstimos para habitação atingiu, em agosto, 119.062 milhões de euros, o equivalente a uma taxa de variação anual de 11,2%, a mais alta desde fevereiro de 2003, divulgou hoje o Banco de Portugal (BdP).
A inflação deverá acelerar este ano para 3,2%, num contexto de subida de preços dos combustíveis impulsionado pela guerra no Médio Oriente, estima o Conselho das Finanças Públicas (CFP).
O Banco Central Europeu (BCE) prevê que a inflação da energia atinja um pico no final de 2026 e diminua significativamente em 2027, foi hoje anunciado.
O valor mediano de avaliação bancária na habitação atingiu um novo máximo histórico de 2.254 euros por metro quadrado em agosto, mais 14 euros do que no mês anterior e 14,7% acima do mês homólogo de 2025, divulgou hoje o INE.
Os preços do gasóleo na União Europeia (UE) atingiram um novo máximo de 2,23 euros por litro, contra 2,16 euros na semana anterior, segundo uma análise da agência de notícias AFP aos dados nacionais publicados hoje pela Comissão Europeia.
A carga fiscal aumentou para 35,3% em 2025, face aos 35% registados no ano anterior, de acordo com a segunda notificação de 2026 relativa ao Procedimento dos Défices Excessivos divulgada hoje pelo INE.
A taxa de poupança das famílias recuou para 12,1% do rendimento disponível no segundo trimestre de 2026, face a 12,4% no trimestre anterior, divulgou hoje o Instituto Nacional de Estatística (INE).
Os preços aumentaram 16,5% no segundo trimestre, enquanto o número de negócios caiu 6,4%. Endividamento dos particulares regista o maior crescimento anual desde 2008.
A economia da zona euro deverá crescer 1% em 2026 e em 2027, segundo as previsões da OCDE, que está mais otimista para este ano mas mais pessimista em relação ao desempenho da economia no próximo.
O Presidente do CHEGA alerta para o peso dos combustíveis no setor agrícola e acusa PS e PSD de incoerência na discussão sobre a redução dos impostos.