Estudantes em protesto em frente à Faculdade de Direito

Estudantes da Faculdade de Direito da Universidade de Lisboa estão desde as 08h00 de hoje junto ao estabelecimento de ensino em protesto contra a eliminação de uma época de avaliação, disse o presidente da Federação Académica de Lisboa.

© Técnico Lisboa

Em declarações à agência Lusa, Pedro Neto Monteiro contou que na origem do protesto está a aprovação na quarta-feira pelo Conselho Pedagógico da Faculdade de Direito da Universidade de Lisboa de uma alteração ao Regulamento de Avaliação, que significa “um retrocesso do direito dos estudantes à avaliação contínua”, com a eliminação de uma época de avaliação.

“A votação terminou empatada com todos os conselheiros discentes a votar contra e os docentes a favor, tendo sido utilizado o voto de qualidade do presidente do Conselho Pedagógico”, contou.

Por isso, segundo Pedro Neto Monteiro, os estudantes decidiram protestar frente à Faculdade até que “os desígnios dos estudantes se façam ouvir”.

“Estamos à porta da Faculdade de Direito. O protesto começou por volta das 08:00. Estamos aqui cerca de 100 pessoas, mas o número deve subir entretanto. Estamos contra a abolição da avaliação contínua através de frequências”, disse.

O presidente da Federação Académica de Lisboa afirmou que os estudantes vão permanecer frente à Faculdade até que “a decisão do Conselho Pedagógico seja revertida”.

Últimas do País

O atual e o ex-presidente da Câmara de Valongo, Paulo Esteves Ferreira e José Manuel Ribeiro, eleitos pelo PS, foram condenados por abuso de poder à perda de mandato por limitarem a circulação de camiões na estrada de acesso ao aterro de Sobrado em 2020. A sentença incluiu ainda a aplicação de multas e a possibilidade de recurso.
Um idoso foi detido pela GNR por provocar um incêndio florestal em Carrazeda de Ansiães, devido à queima de sobrantes que se descontrolou, revelou a força policial.
A Universidade Politécnica de Portalegre (UPP) abriu um inquérito interno para apurar alegada tentativa de assédio sexual entre alunos, revelou o vice-reitor à agência Lusa.
A Habita!, criada por antigas assessoras do BE, recebeu apoios de organizações internacionais, incluindo uma rede financiada na sua origem pela fundação de George Soros. Uma investigação identifica ainda 150 mil euros de fundos europeus.
Mais de 240 turmas do 1.º ciclo continuam sem professor atribuído, segundo avança o Expresso. A falta de docentes prolonga-se mais de um mês após o arranque das aulas.
Uma mulher de 35 anos morreu esta quarta-feira, em Mafra, após ter sido atacada com uma arma branca. Um homem de 40 anos foi identificado como suspeito do crime, que estará relacionado com um alegado contexto de violência doméstica.
As empresas privadas de transporte de doentes ameaçam suspender a atividade por falta de apoios aos combustíveis. Em causa estão deslocações essenciais para tratamentos oncológicos, hemodiálise e consultas hospitalares.
Uma mensagem aparentemente inofensiva, enviada por um contacto conhecido, está a ser utilizada numa nova burla que circula no WhatsApp. O pedido para votar numa jovem candidata a uma bolsa de estudos inclui uma hiperligação fraudulenta que pode permitir aos criminosos assumir o controlo da conta e espalhar o esquema por outros contactos.
Uma fraude identificada pela Check Point está a espalhar contactos falsos de mais de 20 marcas de viagens, incluindo companhias aéreas e plataformas de reservas. Os números chegam às respostas da inteligência artificial e escaparam à deteção de 61 motores antivírus.
Um homem e uma mulher, ambos de 32 anos e de nacionalidade estrangeira, foram detidos pela Polícia Judiciária na Guarda por suspeitas de violência doméstica, exploração da filha na mendicidade e crimes sexuais. A menor, que tinha 13 anos à data dos factos, já se encontrava institucionalizada quando surgiram indícios de abusos sexuais alegadamente cometidos pelo pai.