CP aumenta oferta na Linha de Cascais nas horas de ponta a partir de hoje

A CP reajusta, a partir deste domingo, a oferta de comboios nas horas de ponta na Linha de Cascais, com o objetivo de responder a "constrangimentos existentes", passando a cadência de composições para 15 minutos.

©D.R.

Numa nota, a CP — Comboios de Portugal informou que a cadência de composições na linha que liga Lisboa e Cascais “nas horas de ponta passará a ser de 15 minutos, sendo realizados oito comboios por hora, quatro por sentido”.

A empresa justificou que desde a reposição do horário na ligação ferroviária, em dezembro passado, se constatam “dificuldades no cumprimento da expectativa de qualidade do serviço criada junto do cliente” e, nesse sentido, “em articulação com a IP [Infraestruturas de Portugal], reformulou os parâmetros da oferta comercial de modo a atender aos constrangimentos existentes”.

A alteração tem “caráter temporário” e “deverá vigorar até ao final do primeiro semestre do ano”, com o objetivo de “mitigar o impacto causado pelas obras de modernização da linha”, a cargo da IP, e “pelas obras da Linha Circular, no Cais do Sodré, da responsabilidade do Metropolitano de Lisboa”.

A solução, considerou a CP, vai “melhorar a pontualidade dos comboios e a confiança do cliente no serviço prestado, já que serão minimizados os atrasos e melhorados os índices de fiabilidade”, além de estabilizar as linhas de embarque e desembarque no Cais do Sodré e melhorar a informação ao cliente.

Para a empresa ferroviária, o novo modelo de oferta “possibilita uma melhor gestão operacional dos meios” e “será capaz de acomodar a procura em todas as faixas horárias”.

Últimas de Economia

O CHEGA Açores apresentou dois requerimentos ao Governo Regional, um para exigir medidas de combate ao aumento do custo de vida e outro para esclarecer os resultados do projeto-piloto da semana de quatro dias na Administração Pública Regional.
O preço eficiente dos combustíveis sobe esta semana para 2,167 euros na gasolina 95 simples e para 2,211 euros no gasóleo simples, adiantou hoje a Entidade Reguladora dos Serviços Energéticos (ERSE).
A inflação acelerou para 3,6% em setembro, em termos homólogos, o que compara com uma taxa de 3,3% no mês anterior, segundo os dados divulgados hoje pelo Instituto Nacional de Estatística (INE), que confirmam a estimativa rápida.
O cenário económico apresentado pelo Governo para 2027 enfrenta previsões menos favoráveis do Fundo Monetário Internacional. A instituição antecipa um crescimento de apenas 1,9% e uma inflação de 3%, contrariando as estimativas inscritas no Orçamento do Estado e levantando novas questões sobre a evolução do poder de compra dos portugueses.
A despesa pública com deslocações e estadias deverá atingir os 133,8 milhões de euros no próximo ano. Numa altura em que o Orçamento do Estado volta a colocar as contas públicas no centro do debate, os ministérios da Educação, Defesa e Negócios Estrangeiros concentram as maiores verbas destinadas a viagens e alojamento.
O Estado reforçou a sua participação na REN com a aquisição de mais 5,3% do capital à Fidelidade. A operação eleva a posição estatal para cerca de 19%, num investimento global que poderá atingir os 537 milhões de euros, segundo cálculos do jornal ECO.
Um agravamento da conjuntura económica poderá retirar dois mil milhões de euros à riqueza produzida em Portugal. O cenário de risco é reconhecido pelo próprio Governo.
O preço por litro da gasolina deverá subir cerca de cinco cêntimos e o de gasóleo deverá descer até um cêntimo na próxima semana, segundo as estimativas divulgadas esta sexta-feira pelo Automóvel Club de Portugal (ACP) e pela Anarec.
Os custos de construção de habitação nova terão aumentado 7,5% em agosto, em termos homólogos, tendo os materiais subido 7,1% e a mão-de-obra 8,0%, de acordo com uma estimativa divulgada esta sexta-feira pelo INE.
A presidente do Tribunal de Contas defendeu que reformas das finanças públicas não devem enfraquecer o controlo externo da despesa, para proteger as democracias.