Preço dos ovos sobe 6,7% na UE em março e 2,9% em Portugal

O preço dos ovos na União Europeia (UE) subiu 6,7% em março, face ao mês homólogo, e 2,9% em Portugal, segundo dados hoje divulgados pelo Eurostat.

©D.R.

A taxa de inflação homóloga nos ovos acelerou em março face aos dois meses anteriores (3,4% em janeiro e 4,1% em fevereiro), de acordo com o serviço estatístico europeu.

Entre os Estados-membros da UE, o maior aumento homólogo dos ovos foi registado na Chéquia (46,0% em março de 2025 em comparação com março de 2024), seguida da Eslováquia (29,8%) e da Hungria (26,1%).

Por outro lado, o preço dos ovos registou a maior descida nos Países Baixos (-3,6%), no Luxemburgo (-3,2%) e na Grécia (-2,0%).

As subidas dos preços dos ovos no primeiro trimestre do ano foram, ainda assim, menores do que as observadas em 2022 e 2023, onde todos os meses entre abril de 2022 e setembro de 2023 tiveram aumentos de dois dígitos, o maior dos quais de 31,2% em fevereiro de 2023, em comparação com o mesmo mês de 2022.

Em 2024, o preço dos ovos na UE recuou nos primeiros dez meses, tendo subido em novembro (1,9%) e dezembro (3,3%).

Últimas de Economia

Os consumidores contrataram em março 944 milhões de euros em crédito ao consumo, valor mais alto de sempre e mais 24,1% que há um ano, enquanto o número de contratos subiu 11,3% para 161.983, divulgou hoje o BdP.
A inflação homóloga da OCDE subiu para 4,0% em março, contra 3,4% em fevereiro, impulsionada por um aumento de 8,6 pontos percentuais da inflação da energia, foi hoje anunciado.
Comprar casa em Portugal exige hoje muito mais do que trabalhar: exige rendimentos que a maioria já não tem. Um novo estudo da CBRE mostra que o fosso entre salários e preço da habitação continua a aumentar e está a afastar milhares de famílias do mercado.
Portugal registou, no segundo semestre de 2025, o segundo maior valor da União Europeia (UE) dos preços do gás doméstico (17,04 euros por 100 kwh), expresso em paridade de poder de compra (PPC), divulga hoje o Eurostat.
A dívida pública na ótica de Maastricht, a que conta para Bruxelas, aumentou para 91,0% do Produto Interno Bruto (PIB) no primeiro trimestre deste ano, mais 1,3 pontos percentuais face ao final de 2025, divulgou hoje o BdP.
Portugal é o quinto país da UE com a carga horária semanal mais elevada, numa média de 39,7 horas por semana, só ultrapassado pela Grécia, Polónia, Roménia e Bulgária, indica uma análise da Pordata.
Os preços dos combustíveis em Portugal vão voltar a subir na próxima semana com o gasóleo simples a aumentar em média 10 cêntimos por litro e a gasolina 95 a encarecer 6,5 cêntimos.
O Banco Central Europeu (BCE) decidiu manter as taxas de juro inalteradas em 2%, pela sétima vez consecutiva, considerando que continua “bem posicionado para navegar a actual incerteza” devido à guerra no Médio Oriente.
A taxa de inflação acelerou para 3,4% em abril, mais 0,7 pontos percentuais do que no mês anterior, novamente impulsionada pelos combustíveis, segundo a estimativa rápida divulgada hoje pelo Instituto Nacional de Estatística (INE).
As licenças para construção e reabilitação de edifícios habitacionais caíram 15,9% até fevereiro, em termos homólogos, enquanto os novos fogos licenciados recuaram 13,3% e o consumo de cimento diminuiu 9,8%, segundo a AICCOPN.