Greve de guardas na prisão de Tires arranca com 90% de adesão

A greve de guardas prisionais da prisão feminina de Tires, em Cascais, agendada até 31 de maio, arrancou hoje com 90% de adesão, disse à Lusa o presidente do Sindicato Nacional do Corpo da Guarda Prisional (SNCGP).

© ASCCGP

Segundo Frederico Morais, a adesão foi de 90% nos três turnos que entraram ao serviço desde a meia-noite e o protesto está já a afetar o funcionamento do estabelecimento prisional, nomeadamente os recreios, a frequência de formação não certificada e a prestação de trabalho não contratualizado por empresas externas.

O presidente do SNCGP disse esperar que, entre as 16:00 e as 24:00, a adesão à paralisação atinja os 100%, por estarem em causa somente trabalhadores por turnos e não, como acontece durante o dia, também funcionários com horários fixos, que “nunca fazem greve”.

As guardas prisionais exigem mais segurança e o regresso do chefe principal, que, na sequência de alegadas divergências com a diretora da cadeia de Tires, voltou à prisão da Carregueira (Sintra), de onde fora transferido para a cadeia feminina no início de março.

Entre os serviços mínimos propostos pelo SNCGP e acordados com a Direção-Geral da Administração e do Emprego Público (DGAEP), estão a abertura de celas para duas horas diárias de recreio a céu aberto, seguidas ou interpoladas; a possibilidade de uma visita semanal; a abertura do bar uma vez por semana; e o encaminhamento e recolha da creche das crianças cujas mães estão presas em Tires.

O colégio arbitral ordenou ainda que tem, nomeadamente, de ser assegurada a todas as reclusas a frequência de “atividades laborais dinamizadas pelas empresas externas”, bem como de “atividades letivas nos diferentes graus de ensino e nas ações de formação profissional programas em curso, desde que certificadas”.

Últimas do País

O partido liderado por André Ventura marcou presença nas comemorações do 52.º aniversário do Estado-Maior-General das Forças Armadas, na Madeira, e defendeu que homenagear os militares “exige mais do que discursos e cerimónias”. CHEGA defende investimento na Defesa, valorização das carreiras e melhores pensões para antigos combatentes.
Ana Catarina Mendes e Edite Estrela estão entre as figuras que terão recorrido ao então secretário de Estado da Saúde para pedir informações ou ajuda relacionada com doentes. Rita Ferro Rodrigues também contactou Lacerda Sales.
Entrar de carro em Lisboa e no Porto pode vir a ter um novo custo. O Governo admite repensar o atual modelo de financiamento das estradas, enquanto um estudo apresentado pela Autoridade da Mobilidade e dos Transportes (AMT) coloca em cima da mesa novas formas de cobrança aos automobilistas, incluindo taxas de congestionamento nos acessos às grandes áreas metropolitanas. O ministro das Infraestruturas, Miguel Pinto Luz, defendeu que é necessário encontrar alternativas para financiar a rede rodoviária e recuperar o princípio do "utilizador-pagador".
O impacto de uma morte pode prolongar-se muito para além do funeral, afetando a saúde, as famílias, o trabalho, a produtividade e até as contas públicas. Portugal regista mais de 120 mil óbitos por ano, mas continua sem medir o verdadeiro custo económico e social do luto.
Ministério Público acusa dez pessoas, incluindo seis funcionários da empresa municipal e três dirigentes. Em causa está um alegado esquema para favorecer um empresário e duas sociedades, através da manipulação de procedimentos de contratação pública e da posterior regularização de trabalhos que já tinham sido executados.
O presidente da Associação Sindical dos Profissionais da Polícia (ASPP), Paulo Santos, acusou hoje o Governo de propaganda, na sequência do anúncio de que 700 agentes da Polícia de Segurança Pública (PSP) vão para a pré-aposentação.
Tratores e outros veículos conduzidos por agricultores percorrem hoje de manhã em marcha lenta a Estrada Nacional 260 (EN260) junto a Serpa, no distrito de Beja, num protesto contra o aumento dos custos de produção no setor.
Menor terá feito vários disparos com projéteis de plástico a partir da varanda de uma residência nas Caldas da Rainha. Réplica foi apreendida pela PSP, que alerta: "Não deve ser tratada como um brinquedo."
PSP registou mais de 54 mil crimes contra pessoas idosas nos últimos três anos, com milhares de casos de furtos, burlas e violência doméstica. Só durante o verão, 294 idosos foram encontrados em situação de risco.
Trinta pessoas morreram em cinco meses da época balnear, divulgou hoje a Autoridade Marítima Nacional (AMN) num balanço que assinala ainda 1.418 salvamentos e 2.609 ações de primeiros-socorros.