Partidos tentam impugnar listas do CHEGA em diversos municípios

Vários partidos do sistema, nomeadamente o PS e o VOLT, estão empenhados em tentar impedir a presença do CHEGA nas próximas eleições autárquicas.

Partido CHEGA

Em causa estão pedidos de impugnação das listas do partido em municípios como Lisboa e Funchal, que o CHEGA considera ser uma tentativa clara de condicionar a liberdade de escolha dos eleitores e travar o crescimento da sua influência local.

Na Madeira, Miguel Castro, presidente do CHEGA Madeira, criticou o Partido Socialista por recorrer aos tribunais em vez de se apresentar ao eleitorado de forma transparente, classificando a atitude como um sinal de “desnorte e desespero”.
Também em Lisboa, o partido VOLT avançou com um pedido semelhante, o que, segundo o CHEGA, confirma a existência de um esforço concertado entre alguns partidos para excluir a sua participação por vias administrativas.

O CHEGA garante que não se deixará afetar por tentativas cobardes de impugnação e acusa os adversários de estarem “unidos pelo medo” da mudança política que o partido representa.
André Ventura reagiu com firmeza, afirmando que “quanto mais nos tentam calar, mais motivados estamos para continuar a lutar”, acusando PS, VOLT e outros partidos de quererem “ganhar nos tribunais aquilo que já não conseguem conquistar nas urnas”.

Últimas de Política Nacional

Presidente do CHEGA considera que Luís Montenegro perdeu autoridade sobre o ministro da Administração Interna e avisa que, se não houver uma decisão sobre Luís Neves, o partido admite avançar com uma moção de censura. André Ventura acusa o ministro de ter arrastado o país para um “lamaçal político” e garante que a comissão parlamentar de inquérito é para manter.
Presidente do CHEGA considera “absolutamente razoável” o projeto que proíbe a mudança de sexo em menores de idade e reafirma a intenção de manter a iniciativa, rejeitando o apelo da ONU para que seja retirada ou revista.
Bancada de André Ventura apresentou dois projetos de lei, 14 projetos de resolução e avançou com a comissão de inquérito à liderança de Luís Neves na PJ. Somam-se ainda 28 perguntas dirigidas ao Governo.
A nomeação foi feita pelo presidente do CHEGA, André Ventura, em nome da Direção Nacional, e validada por todos os seus membros. Eduardo Teixeira assume agora um dos dossiês mais exigentes e estratégicos do partido, numa altura em que o forte crescimento autárquico do CHEGA trouxe uma nova dimensão e maiores responsabilidades à estrutura partidária.
Ventura abriu a rentrée do CHEGA com um aviso ao Governo: a descida da idade da reforma vai estar em cima da mesa no Orçamento do Estado (OE2027) e o partido promete não ceder.
O CHEGA pediu hoje audições parlamentares do ministro da Defesa, Nuno Melo, e de um representante da empresa portuguesa NT Group (NTG), para esclarecer questões relacionadas com a aquisição de três fragatas a Itália.
O CHEGA aparece à frente do Partido Socialista (PS) nas intenções de voto dos inquéritos feitos online durante o mês de agosto.
O líder do CHEGA, André Ventura, reagiu com "estupefação" ao processo judicial anunciado pelo ministro da Defesa, Nuno Melo, acusando o Governo de "opacidade e arrogância". O político insistiu ainda na exigência de esclarecimentos sobre a compra de três fragatas a Itália e sobre alegadas comissões de intermediação.
O CHEGA considerou "de uma enorme gravidade" a decisão do Presidente da República de enviar para o Tribunal Constitucional o decreto sobre retorno de estrangeiros, sustentando tratar-se de "uma irresponsabilidade".
O CHEGA defendeu ontem que o primeiro-ministro, Luís Montenegro, "perdeu por completo o controlo da situação" relativa ao ministro da Administração Interna e insistiu na saída de Luís Neves do cargo.