Presidenciais: Ventura lidera nas redes sociais e é o número um em alcance

André Ventura lidera sem margem para dúvidas o espaço digital na corrida às presidenciais. Um estudo independente confirma que o candidato do CHEGA é o que alcança mais pessoas, gera mais interações e domina as redes sociais, destacando-se claramente dos restantes concorrentes num momento decisivo da campanha.

© Folha Nacional

Um estudo conduzido por docentes do IPAM vem confirmar aquilo que já é visível nas redes sociais: André Ventura destaca-se claramente na corrida digital rumo às presidenciais de 18 de janeiro. A análise, centrada na comunicação dos candidatos ao longo de dezembro, conclui que o presidente do CHEGA gerou mais de 5,5 milhões de interações, o valor mais elevado de todo o universo analisado.

Segundo os dados apurados pelo jornal Expresso, 372 publicações de Ventura nas plataformas Facebook, Instagram e TikTok asseguraram-lhe a maior escala de atração digital entre todos os candidatos. O estudo sublinha que este desempenho resulta de uma capacidade singular para alcançar audiências amplas, diversificadas e fortemente mobilizadas, traduzindo-se numa campanha com grande intensidade, ritmo consistente e elevada visibilidade pública.

Embora o ‘engagement’ médio seja inferior ao de alguns adversários, os investigadores explicam que tal se deve à dimensão e heterogeneidade do público alcançado, num contexto de forte polarização política. Em termos práticos, isto significa que Ventura já ultrapassou a lógica da comunicação de nicho e comunica, hoje, para o eleitorado em massa, cita o Expresso.

Em sentido oposto, o estudo identifica Luís Marques Mendes como o candidato com menor tração digital. Já António José Seguro surge com uma presença online regular, mas pouco mobilizadora e sem impacto relevante.

A análise incidiu sobre 2.104 publicações de oito candidatos presidenciais nas principais redes sociais. A conclusão é inequívoca: à medida que a campanha avança, André Ventura consolida-se como a principal força no espaço digital, convertendo alcance em influência e visibilidade em capital político.

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