Ventura arrasa PCP: “Andaram ao colo do PS enquanto sufocavam os trabalhadores com impostos”

O líder do CHEGA acusa comunistas de hipocrisia política e diz que foi durante a geringonça que os portugueses sofreram “uma brutal perda de poder de compra”.

© Folha Nacional

O presidente do CHEGA, André Ventura, acusou esta quinta-feira o PCP de ter contribuído para a degradação das condições de vida dos trabalhadores durante os anos da geringonça, considerando que foi nesse período que os portugueses sofreram uma “brutal perda de poder de compra”.

Durante o plenário na Assembleia da República, André Ventura afirmou que “foi durante o período da geringonça que a carga fiscal atingiu máximos históricos”, criticando o apoio político dado pelos comunistas ao Governo socialista liderado por António Costa.

O líder da oposição acusou ainda o PCP de incoerência política no discurso em defesa dos trabalhadores.

“Mais direitos para quem trabalha e produz? Quando apoiaram o Governo, andaram ao colo com o PS, que destruiu a economia. É um pouco estranho”, afirmou.

Ventura dirigiu também críticas ao Bloco de Esquerda, considerando que PCP e Bloco são “os partidos que mais despedem trabalhadores em Portugal”.

O presidente do segundo maior partido deixou ainda um aviso político aos comunistas: “Se continuarem assim, em breve o PCP será zero.”

Últimas de Política Nacional

O líder do CHEGA acusa comunistas de hipocrisia política e diz que foi durante a geringonça que os portugueses sofreram “uma brutal perda de poder de compra”.
O socialista Miguel Coelho suspendeu hoje o mandato de deputado à Assembleia Municipal de Lisboa, na sequência de investigações sobre adjudicações, inclusive na Junta de Freguesia de Santa Maria Maior.
Líder do CHEGA fala em “governação de improviso”, acusa Executivo de esconder falhas no SIRESP e diz que famílias continuam abandonadas meses após os estragos provocados pelas tempestades.
O presidente do CHEGA disse que vai tentar, na especialidade, "corrigir o que está mal" na reforma do Tribunal de Contas, mas espera que a lei não seja aprovada em votação final global e não entre em vigor.
O índice de coincidência parlamentar revela que sociais-democratas votam mais vezes da mesma forma que o PS do que o CHEGA coincide com a votação dos socialistas na Assembleia da República.
O presidente do CHEGA anunciou hoje o pedido de audição parlamentar urgente do ministro da Administração Interna, do secretário-geral adjunto demissionário António Pombeiro e do general Paulo Viegas Nunes, questionando a “integridade” desta escolha para o SIRESP.
O líder do CHEGA criticou hoje a “estratégia caricata” de Luís Montenegro de “recusar em público” as principais exigências do partido para rever a lei laboral, mas sem se excluir das negociações.
Demitiu-se do cargo, na sexta-feira, o secretário-geral adjunto do Ministério da Administração Interna (MAI), António Pombeiro. Foi o seu segundo pedido de demissão apresentado no espaço de um mês.
O presidente do CHEGA afirmou esta sexta-feira que “o bloco central de interesses” continua a impedir o apuramento da verdade sobre as FP-25, defendendo no Parlamento que Portugal continua sem conhecer toda a verdade sobre um dos períodos mais polémicos da democracia portuguesa.
O Parlamento aprovou hoje na generalidade uma recomendação do CHEGA que propõe ao Governo a transformação do Dia da Defesa Nacional em semana.