Barragem do Caia descarregou entre 20 a 25 milhões de metros cúbicos de água

A Barragem do Caia, em Elvas, no distrito de Portalegre, concluiu as descargas à superfície e de fundo, que terão libertado "entre 20 a 25 milhões de metros cúbicos" de água, revelou hoje fonte da entidade gestora.

© D.R.

Contactado pela agência Lusa, o gestor da Associação de Beneficiários do Caia (ABCAIA), Luís Rodrigues, revelou que as descargas foram suspensas na segunda-feira, após a albufeira atingir um nível de armazenamento de cerca de 174 milhões de metros cúbicos.

O processo de descargas à superfície, pelo quarto ano consecutivo, teve inicio no dia 26 de janeiro, quando a barragem atingiu os 205 milhões de metros cúbicos de armazenamento, ultrapassando a sua capacidade total, que ronda os 191 milhões de metros cúbicos.

As descargas de fundo arrancaram, por sua vez, no dia 02 de fevereiro, situação que já não ocorria naquela albufeira desde 2013.

Em relação à campanha de rega, Luís Rodrigues indicou que deverá começar em “finais de março” e que “não haverá muita necessidade” de efetuar regas.

Luís Rodrigues acrescentou ainda que a campanha vai arrancar “dentro do período normal”, devendo também ser uma “campanha normal” para os agricultores.

A barragem, construída em 1963, assegura o abastecimento público dos concelhos de Elvas, Campo Maior, Arronches e Monforte, no distrito de Portalegre, além de servir para a agricultura.

Depois de ser descarregada e libertada desta albufeira, a água segue o seu trajeto pelo Rio Caia, entrando a seguir no curso do Rio Guadiana, até chegar à Barragem do Alqueva.

Últimas do País

A GNR da Guarda constituiu cinco arguidos, na quarta-feira, por crimes de burla, no âmbito de uma investigação que decorreu nos distritos do Porto e Coimbra, e apreendeu 4.210 euros em numerário, telemóveis e material informático.
Quatro homens detidos numa operação de combate ao tráfico de droga, em que foram apreendidas quatro toneladas de haxixe e duas embarcações na costa de Setúbal, vão aguardar julgamento em prisão preventiva, informou hoje a GNR.
O presidente do CHEGA pediu hoje ao primeiro-ministro que “volte para Portugal” para que esteja presente na coordenação do combate aos incêndios e possa dar “um puxão de orelhas” ao ministro da Educação por causa dos exames nacionais.
A Polícia Judiciária realizou esta sexta-feira buscas na Junta de Freguesia das Avenidas Novas, presidida pelo PSD. A investigação incide sobre procedimentos administrativos e contratos celebrados com empresas privadas durante o ano de 2025.
O Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA) elevou hoje de 10 para 12 o número de distritos de Portugal continental que estão sob aviso vermelho devido ao calor, situação que se mantém até domingo na maioria destes territórios.
Um homem ficou desalojado na sequência de um incêndio que lavra desde quinta-feira no concelho de Cinfães e que está a ser combatido por cerca de uma centena de operacionais, revelou hoje fonte dos Bombeiros de Nespereira.
A divulgação dos resultados e a segunda fase dos exames nacionais foram adiadas devido às falhas da avaliação eletrónica, havendo ainda professores sem receber os itens das provas para corrigir.
Ao contrário do Reino Unido, onde o Governo publica estimativas sobre os custos do sistema de asilo e do apoio aos requerentes de asilo, o Governo não dispõe de um cálculo oficial que permita saber quanto custa, em média, cada imigrante em situação irregular ao Estado.
Líder do CHEGA acusa PSD de ceder à esquerda e defende que quem obtém a nacionalidade portuguesa e comete crimes como pedofilia, tráfico de seres humanos ou associação criminosa deve deixar de ser português.
Vinte e duas buscas, 11 detenções e uma burla de 50 milhões de euros. Foi este o resultado de uma megaoperação da Polícia Judiciária que desmantelou uma alegada rede internacional de cibercrime.