“Ameaçaram-me de facadas”: Estudante denuncia perseguição por ciganos dentro da escola

Fonte próxima da vítima contou ao Folha Nacional que a jovem terá sido ameaçada e perseguida depois de reclamar um alegado roubo dentro do estabelecimento de ensino perpetrado por alunos de etnia cigana.

© D.R.

Uma aluna da Escola Reynaldo dos Santos, em Vila Franca de Xira, terá sido ameaçada e perseguida dentro do espaço escolar depois de reclamar um roubo. O caso está já a ser acompanhado pela PSP e está a gerar preocupação entre pais e encarregados de educação.

Segundo fonte próxima da vítima, que falou ao Folha Nacional, a jovem começou a ser alvo de intimidação após ter denunciado o desaparecimento de bens que lhe pertenciam.

Mensagens enviadas ao Folha Nacional mostram o clima de medo vivido pela estudante dentro da escola. Numa das conversas, a jovem afirma ter ligado para a PSP depois de voltar a ser ameaçada.

“Liguei à PSP às 10 horas porque ameaçaram-me de novo de darem-me facadas”, escreveu. Na mesma troca de mensagens, a estudante diz ainda estar a ser perseguida dentro do recinto escolar. “Já fui ouvida pela polícia mas andam-me a perseguir agora dentro da escola”, relatou.

O caso tornou-se público depois de a mãe da jovem publicar um longo desabafo nas redes sociais, onde afirma escrever “como mãe” e denuncia um ambiente de insegurança vivido pela filha.

“A minha filha foi roubada dentro da escola”, escreveu, acrescentando que, depois de reclamar o que era seu, a jovem começou a ser “ameaçada, perseguida e intimidada dentro do espaço onde devia sentir-se segura”.

A mãe garante que a PSP já está envolvida, mas lamenta aquilo que considera ser falta de proteção para alunos vítimas de intimidação. “Enquanto isso, quem provoca medo continua a circular pelos corredores como se nada fosse”, afirmou.

Na publicação, deixa ainda um apelo a pais e escolas para que não ignorem sinais de medo ou alterações de comportamento dos jovens. “Nenhuma criança devia ir para a escola com medo”, escreveu.

Até ao momento, não são conhecidos mais detalhes sobre o caso nem sobre eventuais medidas tomadas pela direção da escola.

Últimas do País

Em alguns casos, a indefinição prolonga-se há mais de um ano e meio, com os gestores a permanecerem em funções sem saber se serão reconduzidos ou substituídos. Entre as instituições nesta situação está o Hospital de São João, no Porto, uma das maiores unidades hospitalares do país.
Portugal já registou 6572 incêndios rurais em 2026, mais 748 do que no mesmo período do ano passado. Número de ocorrências sobe quase 13% e atinge o valor mais elevado dos últimos quatro anos. Mais de 60 mil hectares já foram consumidos pelas chamas.
Diretora de Medicina Interna demite-se e responsável pela Urgência ameaça sair se não melhorarem as condições para tratar os doentes.
Três incêndios em mato em Torre de Moncorvo, Santo Tirso e Arouca destacam-se ao início da tarde de hoje entre as “ocorrências significativas” registadas pela Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil (ANEPC), mobilizando mais de 900 operacionais.
Dois episódios de violência grave, registados em poucos dias, levaram a PSP a mobilizar pelo menos 30 elementos do Corpo de Intervenção para reforçar a segurança numa das zonas mais turísticas de Lisboa, entre o Terreiro do Paço e o Marquês de Pombal.
Suspeitos terão regressado ao local depois de uma luta com intenção de concretizar uma ameaça. Polícia intercetou o grupo e apreendeu uma arma artesanal de calibre 9 mm, carregada e municiada.
Os resultados dos pedidos de reapreciações dos exames nacionais da 2.ª fase serão conhecidos a 14 de setembro, por decisão do Governo que decidiu adiar a divulgação das notas para acautelar as férias de todos os professores.
Suspeito aparentava estar alcoolizado quando a PSP foi chamada a intervir. Mulher sofreu ferimentos na cabeça e foi transportada para o hospital. Um agente também ficou ferido durante a ocorrência.
Criança terá sido impedida de sair e conseguiu pedir socorro aos familiares. Suspeito foi detido pela GNR e acabou em liberdade.
Suspeitos, de 37 e 42 anos, são apontados pela PJ como autores de quatro roubos cometidos em menos de duas semanas. Um ficava no motociclo enquanto o outro, de capacete e armado, entrava nos estabelecimentos e exigia o dinheiro das caixas registadoras.