Cabaz alimentar volta a subir e atinge 257,68 euros

O cabaz alimentar composto por 63 bens essenciais monitorizado pela DECO PROteste encareceu 2,11 euros na última semana, para 257,68 euros, interrompendo a trajetória de descida registada na semana anterior, informou hoje a associação de defesa do consumidor.

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“O cabaz alimentar monitorizado pela DECO PROteste, organização de defesa do consumidor, custa esta semana 257,68 euros, mais 2,11 euros que na semana anterior”, refere a organização de defesa do consumidor em comunicado.

Depois de ter registado a maior descida – em termos de valor – das últimas nove semanas, o preço do cabaz inverte tendência e volta a subir.

A cesta alimentar inclui carne, congelados, frutas e legumes, laticínios, mercearia e peixe.

Entre outros, são considerados produtos como peru, frango, carapau, pescada, cebola, batata, cenoura, banana, maçã, laranja, arroz, esparguete, açúcar, fiambre, leite, queijo e manteiga.

Entre 10 e 17 de junho, os flocos de cereais registaram um aumento de 18%, para 2,83 euros, o carapau subiu 16%, para 6,25 euros, e a alface frisada registou um acréscimo de 12%, para 2,63 euros, os produtos com maiores aumentos de preço.

Desde o início do ano, para comprar o mesmo cabaz composto por 63 produtos, os consumidores gastavam menos 15,86 euros (menos 6,56%)

Segundo a DECO PROteste, há um ano, era possível comprar exatamente os mesmos produtos por menos 14,90 euros (menos 6,14%).

Já no início de 2022, era possível gastar menos 69,98 euros (uma diferença de 37,28%).

Em relação ao ano passado, a maior subida percentual de preço verificou-se em produtos como o carapau (64% custando atualmente 6,25 euros por quilograma), a couve-coração (40% custando atualmente 1,78 euros por quilograma), o robalo (31%, custando atualmente 10,38 euros por quilograma) e a alface frisada (25%, o que se reflete num custo de 2,63 euros por quilograma).

Desde 5 de janeiro de 2022, os maiores aumentos percentuais foram os da carne de novilho para cozer (126% para 13,14 euros por quilograma), os ovos (84% para 2,10 euros) e a couve-coração (79% para 1,78 euros por quilograma).

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