O CHEGA aproveitou as comemorações do 52.º aniversário do Estado-Maior-General das Forças Armadas (EMGFA), que decorrem na Madeira, para defender mais investimento na Defesa Nacional e melhores condições para os militares e antigos combatentes.
O partido esteve representado por Pedro Pessanha, deputado e presidente da Comissão de Defesa Nacional da Assembleia da República, Francisco Gomes, deputado à Assembleia da República, e Hugo Nunes, presidente do CHEGA-Madeira e deputado à Assembleia Legislativa regional.
Para o partido liderado por André Ventura, a escolha do arquipélago para acolher as comemorações reforça o reconhecimento da importância estratégica da Madeira na defesa e na afirmação de Portugal no Atlântico.
O próprio EMGFA destaca a dimensão geoestratégica da região como uma das razões para a realização das celebrações no Funchal, onde o programa reúne militares da Marinha, do Exército e da Força Aérea.
Perante o atual contexto internacional, o CHEGA afirma que a Defesa Nacional deve assumir-se como uma prioridade permanente do Estado e considera indispensável dotar as Forças Armadas de meios e capacidade operacional adequados às missões que lhes são atribuídas.
O partido liderado por André Ventura defende igualmente uma maior valorização das carreiras e melhores condições para os homens e mulheres que servem nas Forças Armadas.
As reivindicações estendem-se aos antigos combatentes. O CHEGA considera que Portugal mantém uma “enorme dívida” para com os militares que servem atualmente o País, mas também para com aqueles que o defenderam no passado, incluindo os que morreram ao serviço de Portugal.
Para o partido, esse reconhecimento não pode ficar limitado às homenagens institucionais. O CHEGA defende que deve traduzir-se em medidas concretas, nomeadamente através de “pensões dignas” para os antigos combatentes.
As comemorações do 52.º aniversário do EMGFA decorrem entre 2 e 4 de outubro, no Funchal, sob o mote ‘Na Pérola do Atlântico, Juntos por Portugal’, e incluem uma cerimónia militar, iniciativas abertas à população e uma missa de sufrágio em homenagem aos militares que serviram Portugal.