CHEGA quer reforço de geradores em infraestruturas essenciais

Lares sem eletricidade, centros de saúde encerrados, falhas no abastecimento de água e hospitais a adiar consultas e cirurgias. Foi este o cenário que se viveu em várias regiões do país após o apagão e a sequência de tempestades que atingiram Portugal nas últimas semanas.

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Perante este contexto, o CHEGA apresentou na Assembleia da República um projeto de resolução que recomenda ao Governo o reforço de geradores em infraestruturas essenciais e o aumento da resiliência estrutural em situações de emergência, apurou o Folha Nacional.

Na exposição de motivos, o partido liderado por André Ventura refere que fenómenos como a tempestade Kristin, bem como as tempestades Leonardo e Marta, expuseram fragilidades graves na capacidade de resposta do país, deixando milhares de pessoas sem eletricidade, comunicações e abastecimento de água. O CHEGA aponta que a ausência de energia comprometeu o funcionamento de lares, centros de saúde, hospitais e empresas de distribuição de água.

O partido sublinha que, em vários municípios, foi necessário recorrer a apelos públicos para a disponibilização de geradores, nomeadamente para garantir o funcionamento de equipamentos de suporte vital em lares e assegurar serviços básicos às populações.

A iniciativa, enviada ao Folha Nacional, recomenda especificamente o reforço da instalação de geradores em lares, hospitais, centros de saúde, empresas de distribuição de água e quartéis de bombeiros, defendendo que o investimento nesta área é indispensável para assegurar a continuidade dos serviços essenciais e mitigar os efeitos de futuras situações de crise.

Segundo o CHEGA, os recentes episódios demonstraram que o país não está suficientemente preparado para enfrentar fenómenos meteorológicos extremos, sendo necessária uma resposta pública coordenada que privilegie a prevenção e a capacidade de reação imediata.

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