Vento forte coloca oito distritos do norte e centro sob aviso amarelo

Oito distritos do norte e centro do país estão esta quarta-feira, a partir das 09h00, sob aviso amarelo devido à previsão de vento forte, informou o Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA).

© D.R.

De acordo com uma nota, o IPMA refere que os distritos de Bragança, Viseu, Porto, Guarda, Vila Real, Viana do Castelo, Castelo Branco e Braga deverão estar sob aviso amarelo pelo menos até às 18:00 desta quarta-feira.

Segundo a informação avançada estão previstas rajadas de vento de até 70 quilómetros por hora (km/h), podendo atingir até 95 km/h nas terras altas.

O aviso amarelo é o primeiro nível de alerta numa escala de três (amarelo, laranja, vermelho) emitida pelo IPMA e significa que existe uma situação de risco para atividades dependentes do tempo, sendo caracterizado por risco moderado.

No mesmo comunicado, o IPMA disse que, a partir das 18:00 desta quinta-feira e até às 12:00 de quinta-feira, seis distritos do litoral norte e centro estarão sob aviso amarelo, devido à previsão de agitação marítima.

Estão previstas ondas de noroeste que podem chegar aos cinco metros de altura nos distritos do Porto, Viana do Castelo, Leiria, Aveiro, Coimbra e Braga.

A chuva vai manter-se em Portugal continental até quinta-feira, principalmente nas regiões do norte e centro, mas nada de muito gravoso, segundo a meteorologista Cristina Simões, adiantando que o próximo fim de semana já será de sol.

“Vamos continuar com precipitação nas regiões do norte e centro. Não é uma situação de nada muito gravoso, no entanto sempre com alguma precipitação. Vão passando algumas superfícies frontais a afetar principalmente o norte e centro. A região sul mais protegida pelo anticiclone, que já está mais perto do continente”, disse à Lusa Cristina Simões.

De acordo com a meteorologista do Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA), esta quinta-feira “passa a superfície frontal de norte para sul, deve chegar ao Alentejo com períodos de chuva fraca, mas sempre no Minho e Douro litoral mais intensa. Ao ir para sul vai perdendo atividade, com chuva fraca”.

Segundo Cristina Simões, esta situação com ocorrência de chuva e aguaceiros vão manter-se até quinta-feira, que poderão ser de neve na Serra da Estrela.

Dezasseis pessoas morreram em Portugal na sequência da passagem das depressões Kristin, Leonardo e Marta, que provocaram também muitas centenas de feridos e desalojados.

A destruição total ou parcial de casas, empresas e equipamentos, a queda de árvores e de estruturas, o fecho de estradas, escolas e serviços de transporte, e o corte de energia, água e comunicações, inundações e cheias são as principais consequências materiais do temporal.

As regiões Centro, Lisboa e Vale do Tejo e Alentejo foram as mais afetadas.

A situação de calamidade que abrangia os 68 concelhos mais afetados terminou a 15 de fevereiro.

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