Ventura implacável: “Não brinquem com as forças de segurança”

André Ventura apontou responsabilidades ao PCP pelo apoio ao Governo do PS em 2017 e acusou a esquerda de incoerência. O líder do CHEGA garantiu que o partido continuará a defender aumentos salariais e valorização profissional.

© Folha Nacional

O presidente do CHEGA, André Ventura, criticou esta quinta-feira, no plenário da Assembleia da República, a posição do PCP e do PS relativamente à revisão do complemento de pensão das forças de segurança, acusando ambos os partidos de incoerência política.

Durante o debate, Ventura recordou que, em 2017, o PCP apoiava o Governo socialista quando foram aprovadas medidas que implicaram cortes nas pensões destes profissionais, considerando contraditório que agora surjam propostas para corrigir a desvalorização remuneratória.

“Não podem dizer que querem corrigir aquilo que ajudaram a manter”, afirmou, defendendo que as forças de segurança têm sido penalizadas ao longo dos anos, quer ao nível das pensões, quer nas condições salariais.

O líder do segundo maior partido referiu ainda que o CHEGA apresentou “dezenas de propostas” com o objetivo de reforçar a dignidade profissional e promover aumentos salariais, acrescentando que, segundo a sua avaliação, a CDU optou pela abstenção ou não acompanhou essas iniciativas.

Ventura defendeu uma revisão efetiva do complemento de pensão e uma valorização estrutural das carreiras das forças de segurança, sublinhando que estes profissionais não devem ser instrumentalizados no confronto político.

Últimas de Política Nacional

Um mês depois de uma polémica envolvendo alegado favorecimento, o Secretário de Estado da Gestão da Saúde foi exonerado a seu pedido, sendo substituído de imediato por um gestor com longa carreira financeira.
A passagem de Silvério Regalado pela Câmara Municipal de Vagos está a gerar crescente contestação no concelho, depois de terem vindo a público os números das contas municipais.
O presidente do CHEGA revelou este sábado que o partido e o Governo PSD/CDS-PP têm reuniões marcadas, para a próxima semana, para discutir o fim do visto prévio do Tribunal de Contas em contratos até aos 10 milhões de euros.
O líder do CHEGA disse estar disponível para chegar a um consenso com o Governo PSD/CDS-PP na revisão laboral, mediante algumas condições, mas, para isso, o executivo tem de querer e parar “de se vitimizar”.
PSD e CDS votam contra redução da carga fiscal sobre os combustíveis. Proposta do CHEGA é rejeitada e preços mantêm-se sob pressão para as famílias.
O presidente do CHEGA, André Ventura, disse hoje que aceitou debatedor, na segunda-feira, com o historiador José Pacheco Pereira, que no domingo tinha desafiado o político de direita radical a esgrimir argumentos com base em "factos e documentos".
O presidente do CHEGA apresentou hoje cinco condições para viabilizar a proposta de revisão da legislação laboral do Governo, pedindo que a negociação avance em breve para não se desperdiçar a maioria à direita no parlamento.
Entre os dias 21 e 23 de abril de 2026, a cidade do Porto acolhe os Patriots Study Days, um encontro internacional que reúne dirigentes políticos, eurodeputados, especialistas e decisores para discutir os grandes desafios da Europa no domínio da energia, do território e da soberania.
O líder do CHEGA acusa Governo de “asfixiar famílias” com impostos enquanto combustíveis e cabaz alimentar atingem máximos. Ventura defende IVA zero e medidas urgentes para aliviar o custo de vida.
Rita Rato, também ex-diretora do Museu do Aljube, garantiu contrato sem termo na Empresa de Gestão de Equipamentos e Animação Cultural (EGEAC) dias antes das Autárquicas de 2021. Decisão terá sido tomada sem deliberação formal do conselho de administração.