António Gomes, responsável pela Proteção Civil, explicou à agência Lusa que, dos montantes de 25 ME, entre 13 e 14 ME são na orla costeira, com derrocadas em arribas e danos nas praias e apoios de praia.
Meio milhão de euros são relativos a estratos em associações e o restante em infraestruturas municipais, nomeadamente estradas, coberturas de bairros sociais e nas redes de água e saneamento.
A estrada nacional 8-2, um dos principais acessos à sede do concelho, continua cortada junto à localidade de Lourim e, segundo o autarca, vai demorar vários meses até decorrerem obras e ser reaberta.
Pelo menos 18 pessoas morreram em Portugal entre janeiro e fevereiro na sequência da passagem das depressões Kristin, Leonardo e Marta, que provocaram também muitas centenas de feridos e desalojados.
A destruição total ou parcial de casas, empresas e equipamentos, a queda de árvores e de estruturas, o fecho de estradas, escolas e serviços de transporte, e o corte de energia, água e comunicações, inundações e cheias são as principais consequências materiais do tempo.
As regiões Centro, Lisboa e Vale do Tejo e Alentejo foram as mais afetadas.