Parlamento chumba proposta do CHEGA para redução dos impostos sobre os combustíveis. Votos contra do PSD e CDS

PSD e CDS votam contra redução da carga fiscal sobre os combustíveis. Proposta do CHEGA é rejeitada e preços mantêm-se sob pressão para as famílias.

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A Assembleia da República rejeitou esta sexta-feira a proposta do CHEGA para reduzir os impostos sobre os combustíveis, com os votos contra de PSD e PS, mantendo inalterada a carga fiscal que incide diretamente sobre os consumidores.

A iniciativa visava mitigar o impacto do aumento dos preços, num contexto em que abastecer o automóvel continua a representar uma fatia significativa do orçamento das famílias. Ainda assim, o PS e PSD optaram por inviabilizar a medida, reacendendo o debate em torno da fiscalidade e do custo de vida.

O partido liderado por André Ventura sustentou que a redução da carga fiscal (em particular sobre os combustíveis) constituiria uma resposta imediata para aliviar a pressão sobre famílias e trabalhadores que dependem do transporte individual. No entanto, a proposta não reuniu apoio suficiente no Parlamento.

Com esta decisão, mantém-se o atual enquadramento fiscal, no qual uma parte relevante do preço final dos combustíveis corresponde a impostos.

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