Segundo as organizações, falhas nos programas de eficiência energética “agravam frustrações das famílias”, pelo que deveria haver programas de apoio que respondessem às necessidades reais das habitações, como isolamento térmico e substituição de janelas e portas, em detrimento de soluções centradas apenas na climatização.
Importante também era reforçar a capacidade de resposta das entidades responsáveis, garantindo recursos humanos qualificados e suficientes.
Num comunicado, as quatro organizações, envolvidas no combate à pobreza energética (cooperativa Coopérnico, GEOTA, EAPN Portugal/Rede Europeia Anti-Pobreza e Zero), com investigadores universitários, estimam que existam entre 1,8 a três milhões de pessoas em situação de pobreza energética, das quais mais de 600 mil em situação severa, com privação energética profunda, “com impactos diretos na saúde, no conforto e na dignidade das pessoas”.
De acordo com o comunicado, os programas para apoiar as pessoas em pobreza energética têm procedimentos complicados, e precisam de reforço de meios humanos e técnicos, de maior transparência na comunicação com os beneficiários, de mais esforço em chegar a quem mais precisa e de melhor acompanhamento e avaliação.
Os responsáveis referem os programas já implementados, como os “Edifícios Mais Sustentáveis”, “Vale Eficiência” e, mais recentemente, E-Lar, que “têm acumulado relatos de insatisfação e reclamações por parte dos candidatos, evidenciando falhas significativas nos processos e gerando desconfiança e frustração”.
Nos programas apontam, entre outros problemas, falta de recursos humanos qualificados, morosidade na avaliação dos processos e excessiva complexidade, ou longos prazos de resposta e reembolso.
Importante também era reforçar a capacidade de resposta das entidades responsáveis, garantindo recursos humanos qualificados e suficientes.
Num comunicado, as quatro organizações, envolvidas no combate à pobreza energética (cooperativa Coopérnico, GEOTA, EAPN Portugal/Rede Europeia Anti-Pobreza e Zero), com investigadores universitários, estimam que existam entre 1,8 a três milhões de pessoas em situação de pobreza energética, das quais mais de 600 mil em situação severa, com privação energética profunda, “com impactos diretos na saúde, no conforto e na dignidade das pessoas”.
De acordo com o comunicado, os programas para apoiar as pessoas em pobreza energética têm procedimentos complicados, e precisam de reforço de meios humanos e técnicos, de maior transparência na comunicação com os beneficiários, de mais esforço em chegar a quem mais precisa e de melhor acompanhamento e avaliação.
Os responsáveis referem os programas já implementados, como os “Edifícios Mais Sustentáveis”, “Vale Eficiência” e, mais recentemente, E-Lar, que “têm acumulado relatos de insatisfação e reclamações por parte dos candidatos, evidenciando falhas significativas nos processos e gerando desconfiança e frustração”.
Nos programas apontam, entre outros problemas, falta de recursos humanos qualificados, morosidade na avaliação dos processos e excessiva complexidade, ou longos prazos de resposta e reembolso.