PSP multou 95 condutores por dia em excesso de velocidade desde início do ano

Mais de 10.500 condutores em excesso de velocidade foram multados pela PSP desde o início do ano, o equivalente a uma média de 95 automobilistas por dia, indicou hoje aquela polícia.

© Facebook/PSP

Em comunicado, a Polícia de Segurança Pública diz que desde 01 de janeiro registou 10.616 contraordenações por condução em excesso de velocidade, o que equivale a uma média de 95 condutores intercetados diariamente por esta infração rodoviária.

Segundo a PSP, 680 destas multas são contraordenações muito graves, 7.616 graves e 2.320 leves.

A PSP salienta que está atenta aos comportamentos de risco nas estradas, especialmente no que concerne às infrações relacionadas com a condução em excesso de velocidade, pelo impacto direto na segurança dos condutores e demais passageiros das viaturas.

A Polícia refere que este número de infrações resulta da intensificação das operações de prevenção e fiscalização rodoviária realizadas pela PSP em todo o país.

O aumento da presença da PSP, nomeadamente através de controlos móveis de velocidade, acontece “essencialmente em locais onde se verificam maiores índices de sinistralidade rodoviária grave”, para contribuir para a diminuição do risco de acidentes e para a adoção de comportamentos mais seguros por parte dos condutores.

A PSP lembra que “a probabilidade de existirem vítimas mortais aumenta em função da velocidade a que circulam os veículos” e, como exemplo, indica que num atropelamento, se um veículo circular a 30 quilómetros por hora, a probabilidade de as consequências para o peão serem mortais é de 10%, e, quando a velocidade aumenta para 50 quilómetros por hora, a probabilidade passa a ser de 90%.

A PSP indica ainda que na sua área de responsabilidade, os centros urbanos, ocorreram este ano 18.445 acidentes que provocaram 30 mortos, 229 feridos graves e 5.082 feridos ligeiros.

Últimas do País

A GNR deteve um homem em Oeiras, por ser suspeito de diversos tipos de burla em todo o território nacional, entre os quais passar-se por familiar ou amigo de terceiros para obter dinheiro ou usar alojamentos sem pagar.
A Polícia Judiciária (PJ) detectou, em Lisboa, um homem em liberdade condicional após prisão por tráfico de droga, na posse de 2.127 quilos de cocaína, quantidade suficiente para pelo menos 21 mil doses individuais, foi hoje divulgado.
O bastonário da Ordem dos Médicos alertou hoje que a urgência de obstetrícia do Hospital de São Francisco Xavier, em Lisboa, deverá permanecer encerrada durante todo o mês de agosto, assegurando apenas resposta emergente quando acionada pelo INEM.
A Associação Nacional de Cuidados Continuados (ANCC) denunciou hoje que as novas regras do Registo Nacional de Utentes estão a fazer com que muitos utentes percam a comparticipação em medicamentos.
Fernando Alexandre admite demitir-se se a auditoria concluir que houve responsabilidade política na implementação da digitalização.
A fragata portuguesa destacada para uma missão em Cabo Verde acabou por integrar o programa oficial da visita de Estado de António José Seguro, acolhendo um almoço com o Presidente cabo-verdiano.
Os contratos de maior valor celebrados entre a Polícia Judiciária e a Construbarcelos, empresa de um empreiteiro amigo do ministro da Administração Interna, nunca foram tornados públicos no Portal Base. A PJ recorreu ao regime de contratação excluída para impedir a divulgação da documentação relativa à maioria dos ajustes diretos.
O jovem de 19 anos detido nos Açores por alegada pornografia de menores numa Instituição Particular de Solidariedade Social (IPSS), ficou a aguardar o desenrolar do processo em liberdade, mas proibido de se aproximar e contactar a vítima.
O Sindicato dos Médicos do Norte pediu à Inspeção-Geral das Atividades em Saúde (IGAS) que investigue o Centro de Sangue e da Transplantação do Porto (CSTP) por os médicos estarem, alegadamente, sujeitos a trabalho suplementar não remunerado.
Um sismo de magnitude 2,4 na escala de Richter foi sentido hoje na ilha do Pico, nos Açores, informou o Centro de Informação e Vigilância Sismovulcânica dos Açores (CIVISA).