A mesma fonte adiantou à agência Lusa que as bolsas de busca se estendem a outros locais, incluindo buscas a empresas e domicílios, tendo sido emitidas mais de uma dezena de mandatos de detenção.
Em setembro de 2025, o então presidente do Conselho de Administração da Águas de Gaia (ADGAIA), Miguel Lemos Rodrigues, que já se encontrava suspenso de funções, foi acusado pelo Ministério Público (MP) de corrupção e de outros crimes económicos, por alegada vicação das regras da contratação pública.