Na leitura do acórdão, o coletivo de juízes disse que ficou provado, no essencial, a acusação do Ministério Público (MP), concluindo que os arguidos atuaram em grupo e agrediram com “violência extrema”, em diferentes momentos, as três vítimas que prestavam serviço naquela unidade hospitalar.
Segundo o tribunal, os arguidos, acordaram, previamente, deslocarem-se para a Unidade Local de Saúde do Médio Ave (Vila Nova de Famalicão), para que a filha de um deles fosse logo atendida sem passar pela triagem, violando, dessa forma, as regras básicas da triagem médica.
Para o coletivo de juízes, todos os arguidos – que tiveram intervenção na contenda ocorrida na madrugada de 22 de fevereiro de 2022 – “cumpriram esse desiderato”, tendo, previamente, atribuído tarefas que cada um teria de desempenhar, aquando da chegada à unidade hospitalar.