Seis detidos em Olhão. Pertenceriam a rede que roubava idosos

As autoridades policiais detiveram seis pessoas suspeitas de pertencerem a uma rede organizada de roubos violentos contra idosos e pessoas vulneráveis, entre segunda-feira e hoje, em Olhão, anunciou a Guarda Nacional Republicana (GNR).

© GNR

Em causa estão crimes de roubo agravado e furto qualificado cometidos nos concelhos de Olhão e Faro, durante os últimos meses, contra vítimas idosas ou com vulnerabilidade, que eram agredidas com violência, enquadrou a GNR em comunicado.

Durante a investigação, os militares da GNR recolheram indícios da “existência de uma rede organizada que se dedicava ao roubo com recurso a violência física grave contra idosos/pessoas vulneráveis”, destacou a Guarda.

Os indícios recolhidos pelos investigadores fundamentaram a emissão de seis mandados de detenção fora de flagrante delito, seis mandados de busca domiciliária e cinco mandados de busca não domiciliária, que foram cumpridos entre segunda-feira e hoje, segundo aquela força de segurança.

“A primeira operação, realizada no dia 06 de julho [segunda-feira], permitiu deter três homens, dois de 19 anos e outro de 23 anos, fortemente indiciados pela prática de diversos roubos e furtos qualificados”, precisou.

A GNR colocou hoje no terreno uma segunda operação que levou à detenção de dois homens, de 27 e 46 anos, e uma mulher, de 44 anos, que também estão “fortemente indiciados pela prática de roubos com recurso a violência física grave, dirigidos sobretudo contra pessoas vulneráveis e idosas”.

Os suspeitos detidos na segunda-feira já foram presentes ao primeiro interrogatório judicial no Tribunal Judicial de Faro, tendo dois deles, ambos de 19 anos, ficado sujeitos à medida de coação de prisão preventiva, e um terceiro homem, de 23 anos, sujeito a apresentações diárias perante as autoridades na sua área de residência, salientou a GNR.

A Guarda indicou que os restantes três detidos ainda vão ser presentes ao tribunal para serem submetidos ao primeiro interrogatório judicial e aplicação das eventuais medidas de coação.

Últimas do País

Dois em cada três jovens europeus afirmam ter sido vítimas de abusos, negligência, violência doméstica ou outras experiências adversas semelhantes durante a infância, segundo um inquérito divulgado hoje pela Organização Mundial da Saúde (OMS).
O Sindicato dos Técnicos da Direção-Geral de Reinserção e Serviços Prisionais (SinDGRSP) cumpre hoje um dia de greve e uma manifestação junto à cadeia do Porto, por entender que a portaria sobre carreiras está aquém do negociado.
Três suspeitos escaparam antes da operação da Polícia Judiciária. Um terá conseguido quase 200 mil euros e outro transferiu cerca de 40 mil euros para contas no Brasil. Nove arguidos estão a ser julgados em Cascais.
Uma aterragem inesperada numa herdade em Serpa está a ser investigada pelas autoridades. O piloto terá pedido aos trabalhadores que não chamassem a polícia, abandonou o local de táxi e deixou uma carteira com documentos e dois mil euros.
Quase 13 mil residências foram alvo de furto num único ano. PSP e GNR registaram, em conjunto, uma média superior a 35 ocorrências por dia, apesar de os números terem descido face ao ano anterior.
O partido liderado por André Ventura marcou presença nas comemorações do 52.º aniversário do Estado-Maior-General das Forças Armadas, na Madeira, e defendeu que homenagear os militares “exige mais do que discursos e cerimónias”. CHEGA defende investimento na Defesa, valorização das carreiras e melhores pensões para antigos combatentes.
Ana Catarina Mendes e Edite Estrela estão entre as figuras que terão recorrido ao então secretário de Estado da Saúde para pedir informações ou ajuda relacionada com doentes. Rita Ferro Rodrigues também contactou Lacerda Sales.
Entrar de carro em Lisboa e no Porto pode vir a ter um novo custo. O Governo admite repensar o atual modelo de financiamento das estradas, enquanto um estudo apresentado pela Autoridade da Mobilidade e dos Transportes (AMT) coloca em cima da mesa novas formas de cobrança aos automobilistas, incluindo taxas de congestionamento nos acessos às grandes áreas metropolitanas. O ministro das Infraestruturas, Miguel Pinto Luz, defendeu que é necessário encontrar alternativas para financiar a rede rodoviária e recuperar o princípio do "utilizador-pagador".
O impacto de uma morte pode prolongar-se muito para além do funeral, afetando a saúde, as famílias, o trabalho, a produtividade e até as contas públicas. Portugal regista mais de 120 mil óbitos por ano, mas continua sem medir o verdadeiro custo económico e social do luto.
Ministério Público acusa dez pessoas, incluindo seis funcionários da empresa municipal e três dirigentes. Em causa está um alegado esquema para favorecer um empresário e duas sociedades, através da manipulação de procedimentos de contratação pública e da posterior regularização de trabalhos que já tinham sido executados.