Espaços noturnos em Albufeira, Almada e Porto encerrados por atividade criminosa

© D.R.

Os espaços de diversão noturna Club Vida, em Albufeira, Kady’s Bar, em Almada e After Porto, no Porto, vão ser encerrados devido a “práticas de natureza criminal”, anunciou hoje o Ministério da Administração Interna.

O encerramento, pelo prazo máximo de seis meses, foi determinado pelo ministro da Administração Interna “na sequência de a GNR e a PSP terem recolhido a prova da prática de factos graves, designadamente de natureza criminal, que, estando diretamente associados à atividade destes estabelecimentos, coloca em causa a ordem, a segurança e a tranquilidade públicas”, refere um comunicado do gabinete de José Luis Carneiro.

O despacho do ministro que decreta o encerramento refere, segundo o comunicado, que “devem ser tomadas as medidas necessárias para o seu normal e regular funcionamento, nomeadamente em matéria da criação de condições de segurança que viabilizem a reabertura dos estabelecimentos”.

O Ministro da Administração Interna solicitou ainda às câmaras municipais de Almada, Albufeira e Porto que controlem a atividade dos referidos espaços de diversão noturna, nomeadamente em questão de lotação e horários de funcionamento.

O comunicado adianta que as Forças de Segurança e a Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil ficarão encarregues de fiscalizar o cumprimento das normas de funcionamento dos estabelecimentos, nomeadamente no que diz respeito à segurança dos edifícios contra incêndios.

Segundo fonte do Ministério da Administração Interna, os encerramentos surgem na sequência de episódios de violência ocorridos este mês em Albufeira, em Almada e no Porto.

Só no domingo, uma jovem de 19 anos morreu após ser esfaqueada por um casal na zona da Oura, Albufeira, enquanto em Almada um jovem de 19 anos morreu e outros dois sofreram ferimentos ligeiros depois de atingidos a tiro junto a um bar no Monte da Caparica.

No Porto, um homem de 31 anos ficou ferido no dia 01 de abril na sequência de uma rixa entre grupos rivais.

Últimas do País

Um homem de 53 anos foi detido por suspeitas de ter ateado pelo menos cinco dos 15 incêndios florestais registados desde 25 de julho em Moura Morta, no concelho de Peso da Régua. Os fogos terão sido provocados de forma semelhante, com chama direta sobre vegetação seca, em zonas próximas de casas, terrenos agrícolas e áreas florestais.
Presidente do CHEGA diz que as circunstâncias do incêndio que destruiu a sede distrital “não foram normais” e confirma a apresentação de uma queixa-crime.
O diploma que proíbe a ocultação do rosto em espaços públicos, frequentemente designado como ‘lei das burcas’, já foi publicado em Diário da República e entra em vigor no próximo dia 23 de setembro.
Oito homens ficaram feridos numa sucessão de episódios violentos entre Loures, Lisboa e Amadora. Três vítimas de esfaqueamento ficaram em estado grave e outro homem foi baleado durante uma festa. PSP investiga as ocorrências e procura identificar os responsáveis.
A menos de um mês do arranque do ano letivo, há mais quartos disponíveis para os estudantes deslocados, mas o aumento da oferta face ao ano passado não se traduziu numa redução do preço das rendas.
Auditoria colocou mais de 12 milhões de euros em pagamentos da RTP sob escrutínio. Marisa Garrido recebeu suplementos quando dirigia os Recursos Humanos da estação pública e o CHEGA quer respostas: “Quem decidiu? Quem recebeu? Quem fiscalizou?”
Um total de 13 distritos de Portugal continental estarão hoje sob aviso amarelo por risco de aguaceiros por vezes fortes e trovoada, disse o Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA).
Os técnicos do INEM querem que o instituto desista de transformar as ambulâncias de Suporte Imediato de Vida em veículos ligeiros, que retira capacidade de transporte de doentes, e alargue a rede de ambulâncias de emergência até final de 2027.
Partido liderado por André Ventura defende que a gratuitidade dos manuais escolares seja alargada aos alunos do ensino privado.
O Ministério Público acusou quatro homens, entre os 30 e os 46 anos, por tráfico de droga, detenção ilegal de arma proibida, recetação e falsificação ou contrafação de documento, no concelho de Portalegre, foi hoje anunciado.