Largo de Ferreira Lapa encerrado quarta-feira por obras no Metro do Porto

© Facebook/MetroPorto

O Largo de Ferreira Lapa será fechado a veículos e peões na quarta-feira, por segurança, antes e depois das explosões previstas para as 10h30 no âmbito da execução da linha circular da Metro do Porto.

Em comunicado, a Câmara do Porto informou que o largo será fechado, em toda a extensão, e que o condicionamento será entre as 10h30 – altura prevista para o disparo – e as 10h45.

“Pelo mesmo motivo e período, torna-se necessário estabelecer sentido único de trânsito norte-sul na Rua do Bom Sucesso, no troço compreendido entre o Largo de Ferreira Lapa e a Rua de S. Paulo”, acrescenta a autarquia.

A empreitada da Linha Rosa da Metro do Porto implica que sejam “criados três poços de emergência e ventilação, que terão ligação à superfície na Praça de Parada Leitão, na Rua de Miguel Bombarda e no Largo de Ferreira Lapa”, assinala a nota de imprensa.

“Precisamente neste terceiro local, os últimos metros em profundidade terão de ser abertos com recurso a pequenas cargas de explosivos”, relata o comunicado.

A câmara informa que os trabalhos estão “devidamente autorizados pelas entidades competentes, dispõem da respetiva Licença Especial de Ruído e serão precedidos por breves avisos sonoros de alerta, o que significa que o impacto é pontual e reduzido”.

Neste contexto, “na via pública, será montado um perímetro, com acompanhamento policial, para assegurar o distanciamento necessário”.

A autarquia do Porto esclarece ainda que no período de preparação e de concretização do disparo, “o terminal do Bom Sucesso estará inacessível, pelo que as linhas da STCP [Sociedade de Transportes Coletivos do Porto] com fim de linha nesse equipamento serão desviadas para a Rua de S. Paulo”.

“Quanto às linhas que atravessam o Largo de Ferreira Lapa com paragem no lado sul, serão desviadas para a Rua de Júlio Dinis”, assinala a nota de imprensa, que confirma que todos os condicionamentos de trânsito serão assegurados pela Polícia.

Últimas do País

Uma mulher de 35 anos morreu esta quarta-feira, em Mafra, após ter sido atacada com uma arma branca. Um homem de 40 anos foi identificado como suspeito do crime, que estará relacionado com um alegado contexto de violência doméstica.
As empresas privadas de transporte de doentes ameaçam suspender a atividade por falta de apoios aos combustíveis. Em causa estão deslocações essenciais para tratamentos oncológicos, hemodiálise e consultas hospitalares.
Uma mensagem aparentemente inofensiva, enviada por um contacto conhecido, está a ser utilizada numa nova burla que circula no WhatsApp. O pedido para votar numa jovem candidata a uma bolsa de estudos inclui uma hiperligação fraudulenta que pode permitir aos criminosos assumir o controlo da conta e espalhar o esquema por outros contactos.
Uma fraude identificada pela Check Point está a espalhar contactos falsos de mais de 20 marcas de viagens, incluindo companhias aéreas e plataformas de reservas. Os números chegam às respostas da inteligência artificial e escaparam à deteção de 61 motores antivírus.
Um homem e uma mulher, ambos de 32 anos e de nacionalidade estrangeira, foram detidos pela Polícia Judiciária na Guarda por suspeitas de violência doméstica, exploração da filha na mendicidade e crimes sexuais. A menor, que tinha 13 anos à data dos factos, já se encontrava institucionalizada quando surgiram indícios de abusos sexuais alegadamente cometidos pelo pai.
Doze pessoas foram detidas, uma delas constituída arguida, por suspeita de tráfico de estupefacientes em Lamego e Tarouca, segundo a GNR.
Os estudantes de Medicina alertaram hoje para falhas na plataforma de escolha de vagas do internato médico, após candidatos relatarem acesso antecipado a informações que, segundo a ACSS, resultaram de uma simulação técnica.
A Comissão de Trabalhadores (CT) do INEM apelou ao Governo para alterar com urgência a portaria que regula o transporte de doentes, adequando-a ao novo modelo que retirou competências de acreditação de formação ao INEM.
A ação humana continua a ser a causa preponderante e preocupante nos incêndios rurais na Região de Leiria, disse à agência Lusa o comandante Sub-regional de Emergência e Proteção Civil, Carlos Guerra.
A pensão média de velhice em Portugal não chega para pagar metade da mensalidade de um lar. Com preços médios de 1.717 euros por mês e falta de vagas comparticipadas, milhares de famílias enfrentam dificuldades para assegurar cuidados aos mais velhos.