Largo de Ferreira Lapa encerrado quarta-feira por obras no Metro do Porto

© Facebook/MetroPorto

O Largo de Ferreira Lapa será fechado a veículos e peões na quarta-feira, por segurança, antes e depois das explosões previstas para as 10h30 no âmbito da execução da linha circular da Metro do Porto.

Em comunicado, a Câmara do Porto informou que o largo será fechado, em toda a extensão, e que o condicionamento será entre as 10h30 – altura prevista para o disparo – e as 10h45.

“Pelo mesmo motivo e período, torna-se necessário estabelecer sentido único de trânsito norte-sul na Rua do Bom Sucesso, no troço compreendido entre o Largo de Ferreira Lapa e a Rua de S. Paulo”, acrescenta a autarquia.

A empreitada da Linha Rosa da Metro do Porto implica que sejam “criados três poços de emergência e ventilação, que terão ligação à superfície na Praça de Parada Leitão, na Rua de Miguel Bombarda e no Largo de Ferreira Lapa”, assinala a nota de imprensa.

“Precisamente neste terceiro local, os últimos metros em profundidade terão de ser abertos com recurso a pequenas cargas de explosivos”, relata o comunicado.

A câmara informa que os trabalhos estão “devidamente autorizados pelas entidades competentes, dispõem da respetiva Licença Especial de Ruído e serão precedidos por breves avisos sonoros de alerta, o que significa que o impacto é pontual e reduzido”.

Neste contexto, “na via pública, será montado um perímetro, com acompanhamento policial, para assegurar o distanciamento necessário”.

A autarquia do Porto esclarece ainda que no período de preparação e de concretização do disparo, “o terminal do Bom Sucesso estará inacessível, pelo que as linhas da STCP [Sociedade de Transportes Coletivos do Porto] com fim de linha nesse equipamento serão desviadas para a Rua de S. Paulo”.

“Quanto às linhas que atravessam o Largo de Ferreira Lapa com paragem no lado sul, serão desviadas para a Rua de Júlio Dinis”, assinala a nota de imprensa, que confirma que todos os condicionamentos de trânsito serão assegurados pela Polícia.

Últimas do País

Um jovem foi detido, na terça-feira, por suspeita de ter abusado sexualmente de uma vizinha de 13 anos em Amarante, no distrito do Poro, revelou hoje a Polícia Judiciária.
A Guarda Nacional Republicana (GNR) anunciou hoje ter participado na terça-feira numa operação internacional contra fraude ao Imposto sobre o Valor Acrescentado (IVA) e criminalidade organizada, tendo realizado buscas e apreensões, assim como inquirido testemunhas.
GNR e Polícia Marítima já retiraram 257 mil litros de combustível a redes ligadas sobretudo ao apoio logístico das chamadas “narcolanchas”. Ao preço atual da gasolina, apreensões representam perto de 540 mil euros.
Polícia ficou ferido durante uma perseguição na Amadora e teve de ser transportado para o Hospital de Santa Maria. Homem procurado pelas autoridades tinha um mandado de captura pendente.
Mais de 1.900 pessoas foram detidas e meia tonelada de droga apreendida nos primeiros sete meses do ano pela PSP, anunciou esta quarta-feira a corporação, indicando que se mantém uma tendência de crescimento de detenções e apreensões.
Novos contratos de arrendamento atingiram o valor mediano recorde de 10,17 euros por metro quadrado. É neste cenário de forte pressão sobre a habitação que o Governo prepara alterações destinadas a flexibilizar o mercado e tornar mais rápidos os processos de despejo.
PSP registou 2898 crimes no último ano letivo. Ofensas corporais, posse ou uso de armas e crimes sexuais agravaram-se, com vários indicadores a atingirem os valores mais elevados dos últimos cinco anos.
O tratamento das gémeas luso-brasileiras custou cerca de quatro milhões de euros aos cofres públicos, mas a acusação do Ministério Público não põe em causa a legitimidade da administração do medicamento nem reclama uma indemnização por esse valor.
Cerca de 200 polícias e guardas manifestaram-se ontem, em silêncio, no Porto, na véspera de novas reuniões com o ministro da Administração Interna sobre a reestruturação das carreiras e a organização do tempo de trabalho.
Quase metade das reclamações apresentadas contra o Ministério da Educação desde agosto está relacionada com alunos ainda sem colocação. Pré-escolar e 1.º ciclo concentram mais de metade dos casos e Setúbal lidera as queixas.