ASAE apreende 23 toneladas de géneros alimentícios em fiscalização nacional

© Facebook\asae.gov.pt

Mais de 23 toneladas de géneros alimentícios, incluindo ostras, fruta e vinho, foram apreendidos pela ASAE desde terça-feira numa operação nacional no continente, nomeadamente por transporte em incumprimento das regras sanitárias e falta de documentação sanitária

A operação da Autoridade de Segurança Alimentar e Económica (ASAE) durou dois dias e fiscalizou em 51 locais as condições de transporte de mercadorias em circulação, de bens alimentares e não alimentares, nas principais vias de acesso aos grandes centros urbanos, industriais, mercados abastecedores e zonas fronteiriças.

Em resultado, foram apreendidos 23.146 quilos de géneros alimentícios, designadamente moluscos bivalves vivos, laranjas, morangos, mirtilos, batatas, produtos à base de carne, cerca de 30 litros de vinho e ainda outros produtos não alimentares, tais como 470 artigos de vestuário, sete equipamentos de registo e controlo de temperatura e 19 máquinas de jogo, avaliados em 32.400 euros.

A ASAE, em comunicado, destaca terem sido fiscalizados 2.485 operadores económicos, registados três processos-crime por usurpação de Denominação de Origem Protegida (DOP) em fruta, venda, circulação de produtos contrafeitos e exploração de jogos de fortuna ou azar.

Foram ainda instaurados 30 processos de contraordenação, por incumprimento das condições e higiene em transporte de géneros alimentícios, falta de controlo metrológico, falta de rotulagem em géneros alimentícios, falta de número de operador de hortofrutícolas, colocação no mercado de produtos de origem animal fabricados na Comunidade por estabelecimentos não registados ou não aprovados, o transporte de ostras em incumprimento das regras sanitárias, entre outras.

A fiscalização da ASAE decorreu entre o final de terça-feira e durante quarta-feira.

Últimas do País

O presidente da Apropesca – Organização de Produtores da Pesca Artesanal apontou um “registro de impacto” do mau tempo no setor da pesca, com os pequenos barcos parados desde dezembro, e pediu ajudas diretas ao Governo.
Os suinicultores alertam para a “maior crise de sempre” no setor devido ao impacto causado pelo mau tempo, com metade das explorações nacionais afetadas e prejuízos estimados de “muitos milhões”, pedindo urgência nas ajudas para evitar um problema social.
O incidente voltou a suceder no mesmo local da semana passada, que continuou vedado, sem causar feridos.
No próximo ano letivo, 2026/2027, o ensino superior público contará com um total de 78.283 vagas, mais 1.465 do que no corrente, informou hoje o Ministério da Educação, Ciência e Inovação (MECI).
O distrito de Santarém está já com alerta reduzido no que respeita às cheias no Tejo, embora se mantenham zonas alagadas, estradas cortadas e "muitos milhões em prejuízos", disse hoje o presidente da Comissão Distrital de Proteção Civil.
Os proprietários de terrenos confinantes com a rede viária florestal em Vila de Rei têm até dia 01 de março, para remover o material lenhoso, de forma a garantir que a rede viária florestal fique desimpedida.
A Câmara de Portalegre informou hoje que já foi desativado o Plano Municipal de Emergência e de Proteção Civil, após um período de oito dias em vigência, na sequência do mau tempo.
A chuva vai manter-se em Portugal continental até quinta-feira, principalmente nas regiões do norte e centro, mas nada de muito gravoso, segundo a meteorologista Cristina Simões, adiantando que o próximo fim de semana já será de sol.
O presidente da Câmara de Soure, Rui Fernandes, garantiu hoje que a equipa municipal do ambiente está a “intensificar os trabalhos de limpeza” para que a normalidade volte ao centro histórico nos próximos dias.
O caudal do Sado em Alcácer do Sal, no distrito de Setúbal, estabilizou-se no leito do rio, após vários dias de cheias, mas as autoridades continuam atentas às descargas das barragens, revelou hoje a Proteção Civil.