Sede da PJ em Coimbra terá novas instalações em 2025

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A Diretoria do Centro da PJ deverá ter uma nova sede em Coimbra em 2025, afirmou hoje o diretor nacional adjunto daquela polícia, Carlos Farinha.

Apesar de ainda não estar completamente fechada a futura localização da sede da Diretoria do Centro da PJ, Carlos Farinha vincou hoje que a direção nacional prevê assegurar novas instalações em Coimbra no decorrer do ano de 2025.

“No máximo, em dois anos [haverá nova localização]. É nossa convicção de que a nova sede vai ser uma realidade a relativo curto prazo”, disse o diretor nacional adjunto, quando questionado pela agência Lusa sobre o futuro da sede da Diretoria do Centro, no final de uma cerimónia de entrega de condecorações pela Guarda Civil espanhola a dois inspetores da PJ, em Coimbra.

No verão de 2022, a PJ encomendou um estudo para avaliar a viabilidade de instalação da sede da PJ em Coimbra no antigo quartel do Esquadrão de Lanceiros, numa encosta com entrada pela rua da Sofia e rua de Aveiro, no centro da cidade.

“Esse espaço pode ser utilizado para esse fim, com determinado tipo de condicionantes, em resultado da classificação como património mundial da rua da Sofia. O processo está em desenvolvimento, tem tido alguns avanços e recuos, mas a decisão da PJ é a de que, mais ano menos ano, se concretize aquilo que é um desejo e sonho com cerca de 30 anos”, salientou Carlos Farinha.

Segundo o responsável, a PJ está “a caminhar para ter uma alternativa às atuais instalações que, face à sua localização [junto a uma discoteca], não é adequada face ao serviço” que aquela instituição presta.

“Não sei se [o antigo quartel] será a solução final ou não. Provavelmente, poderá ser, mas temos de verificar as possibilidades que todas as normas reguladoras permitem”, disse Carlos Farinha.

No entanto, vincou que este “é um processo em curso” e que, com algum otimismo, até gostaria de ver concluído antes de 2025 e no final de 2024.

Na altura da contratação do estudo, Carlos Farinha afirmou à Lusa que o objetivo, caso o antigo quartel seja viável, passava por negociar uma permuta, que permitisse a troca dos imóveis entre a PJ e a Estamo, empresa pública gestora das participações imobiliárias do Estado que detém o antigo Esquadrão de Lanceiros.

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