Percursos pedestres da Madeira continuam encerrados após temporal

© D.R

Os percursos pedestres recomendados da Madeira vão continuar encerrados e a sua segurança vai ser avaliada depois da passagem da depressão Óscar pela ilha, informou o Instituto de Florestas e Conservação da Natureza (IFCN).
“O IFCN apela a que locais e turistas não se desloquem para estas zonas [levadas] até nova indicação”, refere o instituto em comunicado, acrescentando que vai divulgar informação sobre a reabertura “à medida que a avaliação seja realizada”.

Por prevenção, elementos da Polícia Florestal, Vigilantes da Natureza e demais funcionários operacionais vão continuar nestes percursos.

O IFCN indica que a estrada florestal que liga a Eira do Serrado ao Pico do Areeiro continuará encerrada.

A costa sul e as regiões montanhosas da ilha estiveram sob aviso vermelho entre as 15:00 de segunda-feira e as 15:00 de terça-feira devido à chuva forte e persistente por causa da passagem da depressão Óscar.

Em conferência de imprensa, o delegado regional do Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA), Victor Prior, indicou, que o limite do aviso vermelho — 60 mm/6 horas (60 litros por metro quadrado em seis horas) foi “largamente ultrapassado” durante o temporal.

“Foram registados 180 mm no Chão do Areeiro [serra sobranceira ao Funchal] em seis horas, foi três vezes mais”, disse, explicando que nas regiões montanhosas a precipitação atingiu em acumulado de 600 mm em 24 horas, o maior valor desde que há registo.

Esta situação meteorológica provocou 38 desalojados, levou ao encerramento da atividade letiva na terça-feira e condicionou o movimento no aeroporto da Madeira.

O Serviço Regional de Proteção Civil da Madeira reportou 163 ocorrências que mobilizaram 168 meios e 436 operacionais, sobretudo relacionadas com deslizamentos, quedas de árvores e inundações.

O arquipélago da Madeira encontra-se agora sem avisos de mau tempo.

Últimas do País

A Polícia Judiciária (PJ) deteve em Braga um cidadão estrangeiro, de 56 anos, procurado internacionalmente pela Interpol a pedido das autoridades vietnamitas pela prática de um crime de burla, foi hoje divulgado.
Renata Cambra, uma das principais figuras dos protestos pela habitação no Rossio, é professora e dirigente de um partido revolucionário ligado a organizações internacionais de extrema-esquerda. Declarações que lhe são atribuídas sobre conversas com alunos acerca das suas manifestações e lutas políticas levantam questões sobre os limites da intervenção política em contexto escolar.
Participantes da Acampada consideram o Mercado de Natal um “problema irrisório” e garantem que só abandonarão a praça quando assim entenderem. A posição ameaça criar um impasse em torno de uma tradição que atrai famílias, turistas e clientes ao comércio da Baixa lisboeta.
Entre 2021 e 2024, Portugal registou 1,57 milhões de entradas de imigrantes permanentes, quase duas vezes e meia o valor anteriormente estimado. A revisão do INE revela uma média de 1.080 entradas por dia, incluindo cidadãos portugueses que regressaram ao país.
A GNR apreendeu uma lancha rápida e constituiu arguido um homem de 37 anos por contrabando de circulação em Barcelos, durante uma operação de fiscalização de trânsito na A3.
Um agente da PSP sofreu ferimentos graves numa mão, depois de ter sido atacado durante uma operação policial em Lisboa. O agressor, de 54 anos, foi detido e ficou em prisão preventiva. O polícia teve de ser operado devido à gravidade da lesão.
O presidente do CHEGA considera que a decisão judicial sobre as manifestações pela habitação em Lisboa enfraquece a autoridade policial e transmite um sinal de impunidade. André Ventura exige uma posição do primeiro-ministro e do Presidente da República, alertando para as consequências da deslegitimação das forças de segurança.
O Ministério Público do Porto acusou oito pessoas e duas empresas de crimes de fraude na obtenção de fundos europeus e branqueamento, que terão rendido mais de 1,2 milhões de euros de lucro, foi hoje anunciado.
Quase 20% dos mais de 8.000 utentes que aguardavam por uma cirurgia oncológica no final de junho já tinham ultrapassado o tempo recomendado, uma situação que afetou uma em cada quatro cirurgias oncológicas realizadas no primeiro semestre.
Os setores da saúde e da educação deverão ser os mais afetados pela paralisação dos trabalhadores da Administração Pública. A greve poderá provocar constrangimentos no funcionamento dos serviços.