JMJ: Empresas devem utilizar teletrabalho durante a jornada

© D.R.

A CIP – Confederação Empresarial de Portugal deu instruções às associações e empresas que representa para que recomendem o regime de teletrabalho durante a Jornada Mundial da Juventude (JMJ), disse hoje o presidente da confederação, Armindo Monteiro.

“Nós, na CIP, já demos uma indicação para que, sempre que possível, as nossas empresas, as nossas associações recomendem nesse período, aquelas que são impactáveis da visita de sua santidade [Papa Francisco] e pela promoção das jornadas, que, nesse período se possa utilizar o teletrabalho”, afirmou o presidente da CIP, Armindo Monteiro, à margem de uma reunião da Concertação Social.

“Essa é uma instrução que já demos porque achamos que se justifica para que tudo corra na perfeição”, acrescentou Armindo Monteiro, em declarações aos jornalistas, no Conselho Económico e Social, em Lisboa.

Segundo o responsável, a instrução foi transmitida aos seus associados na terça-feira.

A CIP representa 320 associações empresariais, onde estão as maiores empresas nacionais, correspondendo a 1,8 milhões de trabalhadores, em setores como a indústria, comércio, turismo e agricultura, indicou.

A Jornada Mundial da Juventude realiza-se entre 01 e 06 de agosto.

A Câmara de Lisboa já anunciou que vai conceder tolerância de ponto aos trabalhadores do município no dia 04 de agosto, para poderem participar na Jornada Mundial da Juventude (JMJ), e recomenda teletrabalho de 31 de julho a 03 de agosto.

“No âmbito da viagem apostólica de sua santidade o Papa Francisco por ocasião da Jornada Mundial da Juventude que ocorrerá em Lisboa e por forma a permitir que os trabalhadores do município se associem às celebrações deste evento de relevância e dimensão única para a nossa cidade, concedo aos trabalhadores do município de Lisboa tolerância de ponto no dia 04 de agosto”, lê-se no despacho assinado em 26 de junho pelo presidente da Câmara Municipal de Lisboa, Carlos Moedas (PSD).

Lisboa foi a cidade escolhida pelo Papa Francisco para a próxima edição da JMJ, considerada o maior acontecimento da Igreja Católica, que vai decorrer entre os dias 01 e 06 de agosto, sendo esperadas cerca de 1,5 milhões de pessoas.

As principais cerimónias da JMJ vão ter lugar no Parque Eduardo VII e no Parque Tejo, a norte do Parque das Nações, na margem ribeirinha do Tejo, em terrenos dos concelhos de Lisboa e Loures.

 

Últimas do País

Um estudo da Rede Europeia Anti-Pobreza divulgado hoje conclui que o risco de pobreza em Portugal sobe de 16,6% para 27,6% se foram considerados os custos com a habitação.
Regiões a sul do rio Tejo estão em situação de onda de calor, tendo Mora atingido na quarta-feira os 40,3ºC, um extremo absoluto para um mês de maio, foi hoje divulgado.
A Autoridade Nacional da Aviação Civil (ANAC) disse hoje que os passageiros que percam voos devido a tempos de espera prolongados nos controlos de fronteira não têm direito a indemnização ou assistência ao abrigo das regras europeias sobre transporte aéreo.
Sondagem mostra apoio à exigência de André Ventura de condicionar aprovação da reforma laboral à redução da idade da reforma em Portugal.
O valor das adjudicações por autarquias em investigação no inquérito que hoje originou a detenção de cinco pessoas pela Polícia Judiciária (PJ) é de quase dois milhões de euros, informou o Ministério Público.
A PSP de Braga deteve na quarta-feira, naquela cidade e na Área Metropolitana do Porto, 12 suspeitos de tráfico de droga e apreendeu mais de 10 quilos de produto estupefaciente, foi hoje anunciado.
A PSP identificou na terça-feira no concelho de Vila Franca de Xira um homem de 72 anos por suspeita de vários furtos em unidades hospitalares em várias zonas do país, informou hoje a força de segurança.
Oito meios aéreos, 737 operacionais e 178 veículos integram os meios permanentes do Dispositivo Especial de Combate a Incêndios Rurais (DECIR) de 2026 – Beira Baixa na fase Delta, revelou hoje a Proteção Civil.
O prazo para limpeza dos terrenos foi alargado até 30 de junho para todo o território, anunciou o ministro da Agricultura, José Manuel Fernandes, numa entrevista à RTP.
O Tribunal de Guimarães condenou hoje a penas efetivas, entre cinco anos e três meses e oito anos de prisão, 10 dos 12 arguidos acusados de agressões violentas contra dois enfermeiros e um segurança do Hospital de Famalicão.