Presidente da República sai do Hospital de Santa Cruz e fala aos jornalistas

O Presidente da República teve alta hospitalar e saiu hoje pelas 20:00 do Hospital de Santa Cruz, onde chegou cerca das 16:00 e esteve a realizar exames, após ter desmaiado numa iniciativa no concelho de Almada.

Marcelo Rebelo de Sousa falou aos jornalistas à saída do Hospital de Santa Cruz, no concelho de Oeiras, distrito de Lisboa, relatando que teve “uma quebra de tensão repentina, o chamado fenómeno vagal”, para o qual talvez tenha contribuído “beber um moscatel quente”.

O chefe de Estado disse que não ficou no hospital durante a noite porque as análises “foram claramente positivas” e não deixaram dúvidas, acrescentando: “Sinto-me bem”.

O Presidente da República informou que levava consigo um aparelho para registar a evolução da sua tensão arterial até quinta-feira e que lhe foi recomendado que beba mais água.

 

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André Ventura deixou esta sexta-feira um desafio direto ao Partido Socialista: apoiar as propostas do CHEGA para baixar os impostos sobre os combustíveis e a aprovar o IVA Zero no cabaz alimentar. O líder do partido acusa o PS de “hipocrisia” e avisa que um chumbo deixará os socialistas sem argumentos depois das posições assumidas durante o verão.
Uma larga maioria dos portugueses considera que o Governo de Luís Montenegro não está a conseguir responder ao aumento do custo de vida nem proteger o poder de compra das famílias. De acordo com a mais recente sondagem da Aximage, 77% dos inquiridos classificam como “inadequada” ou “muito inadequada” a atuação do Executivo da AD perante a subida dos preços da habitação, dos combustíveis e dos bens de consumo.
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O CHEGA exigiu explicações sobre o polémico negócio das novas fragatas para a Marinha e Nuno Melo vai mesmo ter de comparecer no Parlamento. A Comissão de Defesa aprovou por unanimidade a audição do ministro da Defesa a pedido do CHEGA sobre a aquisição de três fragatas italianas, num investimento estimado em 3,9 mil milhões de euros, um dos maiores investimentos na Defesa portuguesa.
A moção de censura caiu, mas o CHEGA não ficou sentado. Consumada a votação, toda a bancada se levantou e fez ecoar “demissão” pelo plenário, fechando um debate em que André Ventura responsabilizou Montenegro não apenas pela permanência de Luís Neves, mas também pelo rumo do Governo.
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