Mais de 800 escuteiros vão acolher peregrinos e entregar kits

©Facebook\JMJ

Mais de 800 escuteiros vão estar a trabalhar na Jornada Mundial da Juventude (JMJ), que se realiza de 1 a 6 de agosto, em Lisboa, no acolhimento e ‘check in’ de peregrinos, entrega de `kits´ e organização de eventos.
“Os envolvidos nas atividades devem superar os 800 [escuteiros]”, afirmou hoje a coordenadora do JMJ do Corpo Nacional de Escutas (CNE), Raquel Kritinas, no final de uma visita à sede da JMJ.

Os escuteiros vão estar envolvidos em todo o processo e em várias atividades, afirmou.

Entre as várias tarefas dos escuteiros estão o acolhimento e ‘check in’ de peregrinos e voluntários, a entrega de `kits´, organização de atividades e eventos em paróquias, contou o secretário nacional para o Ambiente e Sustentabilidade do CNE, José Rodrigues.

Além disso, acrescentou, os escuteiros estão já a trabalhar nos locais onde estão a decorrer os Dias nas Dioceses, evento que antecede a JMJ, e que serve de preparação para a “caminhada dos jovens até Lisboa”.

“Essas tarefas têm vindo já a decorrer esta semana, mas contamos que no próximo sábado comece realmente com uma intensidade muito maior com a chegada dos peregrinos”, referiu.

Dizendo estar envolvidos em quase todas as áreas da JMJ, José Rodrigues vincou que os escuteiros também vão ter momentos próprios, nomeadamente a celebração de uma eucaristia dedicada a todos aqueles que estão no evento.

“Também vamos estar presentes nas festas da juventude e no apoio nas áreas da Proteção Civil”, frisou.

Agradecendo o desfio assumido pelos escuteiros, o presidente da Fundação JMJ lembrou que o objetivo desta iniciativa é deixar o mundo “um pouquinho melhor e marcas” nos participantes.

“Estamos a cinco dias e, por isso, estamos cada vez mais próximos, tendo tido ao longo deste percurso a colaboração de muitos amigos, muitas instituições e, de um modo especial, do Corpo Nacional de Escutas”, adiantou Américo Aguiar.

Considerado o maior acontecimento da Igreja Católica, a JMJ vai realizar-se este ano em Lisboa, entre 01 e 06 de agosto, com a presença do Papa Francisco, sendo esperadas mais de um milhão de pessoas.

As principais cerimónias da JMJ irão decorrer no Parque Tejo, a norte do Parque das Nações, na margem ribeirinha do Tejo, em terrenos dos concelhos de Lisboa e Loures, e no Parque Eduardo VII, no centro da capital.

Últimas do País

A ministra da Justiça disse hoje que durante este ano vão ser criadas 670 vagas nas prisões, após uma reorganização dos estabelecimentos prisionais, uma vez que no ano passado se registou um aumento de mais de 700 presos.
Um professor de 38 anos foi detido na segunda-feira por ser suspeito de crimes de abuso sexual de crianças, em contexto escolar, contra um menor de 12 anos com perturbação neurológica permanente, informou hoje a Polícia Judiciária (PJ).
O Sindicato dos Médicos da Zona Sul revelou, esta terça-feira, que a "situação crítica" vivida nas urgências do Hospital Amadora-Sintra de sexta-feira para sábado levou à demissão da chefe e da subchefe da equipa da Urgência Geral.
A Autoridade de Segurança Alimentar e Económica (ASAE) suspendeu 11 estabelecimentos comerciais "por violação dos deveres gerais de atividade" e instaurou um processo-crime por géneros alimentícios "avariados", foi hoje divulgado.
Número de utentes sem médico voltou a subir em dezembro: soma três meses consecutivos de agravamento e termina o ano com mais 40 mil pessoas a descoberto do que em 2024.
Os trabalhadores da Unidade Local de Saúde (ULS) de Coimbra apresentam níveis moderados de stress, ‘burnout’ e problemas de sono, que sugerem desgaste profissional acumulado, compatível com contextos de elevada pressão assistencial e organizacional.
Falta de profissionais, pico de gripe e corredores cheios levam equipa a protestar logo às 8 da manhã. Administração admite pressão extrema e promete soluções.
Portugal atravessa um ciclo raro e prolongado de excesso de mortalidade: há 26 dias consecutivos com óbitos acima do esperado, vários deles a ultrapassar os 400 mortos por dia.
O Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, promulgou hoje um diploma que altera a lei de revisão do Sistema Integrado de Gestão e Avaliação do Desempenho na Administração Pública (SIADAP).
O aeroporto de Lisboa é hoje reforçado com 24 militares da Guarda Nacional Republicana (GNR), uma medida do Governo para reduzir os tempos de espera na zona das chegadas.