Gastar mais de 4300 euros numa garrafa de vinho para o Papa é obsceno, diz Ventura

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O Presidente do CHEGA criticou, na manhã desta sexta-feira, na partida do Porto Santo para Lisboa, a oferta de uma garrafa de Vinho da Madeira, no valor de 3 500 euros + IVA, a Sua Santidade o Papa Francisco.

“Tenho a certeza que é o próprio Papa o primeiro a sentir-se desconfortável com este tipo de ofertas sem nenhum sentido, sobretudo em cima da questão dos ajustes diretos e da construção do altar palco da JMJ”, referiu André Ventura.

“O Papa quis fazer uma viagem de peregrinação a Portugal e os socialistas querem tornar isto absolutamente no contrário: um despesismo absurdo e uma imoralidade crónica”, acrescentou o líder do terceiro maior partido político em Portugal.

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Presidente do CHEGA anunciou esta quarta-feira que o partido deu entrada de uma moção de censura ao Governo e considera a decisão “irreversível”. André Ventura acusa Luís Neves de não esclarecer as suspeitas que têm marcado a polémica em torno do ministro, critica o silêncio de Montenegro e garante que a comissão parlamentar de inquérito é para manter.
Presidente do CHEGA quer saber como Portugal vai pagar as novas fragatas e quanto custarão os juros. Ventura acusa ainda o Governo de ter adotado a “escola Luís Neves”: “Fala quando quer, sobre o que quer.”
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Presidente do CHEGA considera que Luís Montenegro perdeu autoridade sobre o ministro da Administração Interna e avisa que, se não houver uma decisão sobre Luís Neves, o partido admite avançar com uma moção de censura. André Ventura acusa o ministro de ter arrastado o país para um “lamaçal político” e garante que a comissão parlamentar de inquérito é para manter.
Presidente do CHEGA considera “absolutamente razoável” o projeto que proíbe a mudança de sexo em menores de idade e reafirma a intenção de manter a iniciativa, rejeitando o apelo da ONU para que seja retirada ou revista.
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